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IPCA-15 de maio sobe 0,44% com alta da gasolina e saúde

O IPCA-15 subiu 0,44% em maio, impulsionado pela gasolina e saúde, acumulando alta de 3,70% em 12 meses.
Supermercado - Alimentos - Inflação - IPCA - IPC-S - IPCA-15
Alta de preços de alimentos impulsiona IPC-S para 0,64% em junho. (Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,44% em maio, após ter avançado 0,21% em abril. Os custos de saúde e da gasolina impulsionaram esse aumento, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,12%, enquanto, em 12 meses, o índice acumula um aumento de 3,70%. É ligeiramente abaixo dos 3,77% registrados nos 12 meses anteriores e da expectativa de 3,72%.

Em maio, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta nos preços. O grupo de Saúde e Cuidados Pessoais liderou com um aumento de 1,07%, influenciado pelo reajuste de até 4,50% nos preços dos medicamentos autorizado a partir de 31 de março, resultando em um aumento de 2,06% nos produtos farmacêuticos. Já o grupo de Transportes teve um avanço de 0,77%, impactado pelas altas de 1,90% na gasolina e 6,04% nas passagens aéreas. No geral, os combustíveis subiram 2,10%, com etanol aumentando 4,70% e óleo diesel subindo 0,37%.

O grupo de Alimentação e Bebidas, que pesa no orçamento das famílias, registrou uma alta de 0,26% em maio. A alimentação no domicílio subiu 0,22%, enquanto a alimentação fora do domicílio teve um aumento de 0,37%.

O Banco Central (BC) tem demonstrado preocupação com a pressão inflacionária decorrente de uma atividade econômica e um mercado de trabalho mais dinâmicos do que o esperado. O BC reduziu recentemente o ritmo de afrouxamento monetário, cortando a taxa básica de juros Selic em 0,25 ponto percentual, para 10,50% ao ano, após seis cortes consecutivos de 0,50 ponto percentual. A ata da última reunião do BC revelou que todos os diretores apoiaram uma política monetária mais cautelosa e sem indicações futuras sobre a taxa de juros.

Expectativas do mercado

A pesquisa Focus, divulgada na segunda-feira pelo Banco Central, aponta que o mercado espera que o IPCA encerre 2024 com uma alta acumulada de 3,86%. Já a Selic deve ficar em 10,0%.

Rio Grande do Sul

Devido à situação de calamidade pública causada pelas enchentes no Rio Grande do Sul, o IBGE intensificou a coleta de preços de forma remota na região metropolitana de Porto Alegre. Entre 16 de abril e 15 de maio de 2024, coletamos aproximadamente 30% dos dados remotamente por telefone ou internet. Sendo assim, o órgão intensificou a coleta remota a partir de 6 de maio, após ter coletado cerca de 70% dos preços presencialmente.

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