Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Casa China amplia rede com novas megalojas

Rede varejista investe em grandes unidades.
Planos da Casa China. (Foto: Divulgação)
Planos da Casa China. (Foto: Divulgação)

Akira Yamashita e Adécio Toshiai Nomura fundaram a loja de departamentos Casa China em 1997 em Curitiba. Eles inauguraram a primeira loja na Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba, que permanece em operação até hoje.

Os fundadores migraram do Japão para o Brasil na década de 1930. Antes de investirem no varejo, tiveram como negócios relojoaria e mercado. A ideia da Casa China surgiu com o crescimento das lojas de R$ 1,99 após o Plano Real de 1994.

Expansão e estratégia de negócio

Nesse sentido, a Casa China consolidou sua marca atendendo as classes C, D e E com uma ampla variedade de produtos acessíveis. Com o tempo, aumentaram o portfólio e o tamanho das lojas. As primeiras unidades tinham cerca de 500 m²; hoje, as novas lojas são maiores.

Contudo, o negócio permanece familiar, com cerca de 50 membros da família atuando na administração e um conselho gestor também formado por familiares. Douglas Nomura, atual CEO, assumiu o comando da empresa aos 30 anos e participa das negociações desde os 19.

Megaloja em Paranaguá

No início de maio, a Casa China inaugurou uma megaloja em Paranaguá, no Litoral do Paraná. A unidade possui 3 mil m², com 2.200 m² de área de vendas, e recebeu um investimento de R$ 5 milhões. A loja destaca-se pelo mix de 100 mil produtos e arquitetura moderna, gerando 40 empregos diretos.

Além disso, a empresa investe em tecnologia para melhorar a experiência de compra e promove a economia local contratando funcionários da região. A Casa China também firmou parcerias com a comunidade, como o programa Clube de Desconto para PCD’s.

Leia também:

Nova unidade em Curitiba

Ainda no mês passado, a Casa China abriu uma nova unidade no bairro Tatuquara, em Curitiba. A loja possui uma área de vendas de 300 m² e cerca de 20 mil itens, gerando 10 empregos diretos. Este investimento é, portanto, parte do plano estratégico da empresa de expandir em regiões menos atendidas pelo grande varejo.

Futuro e desafios

Ademais, Douglas Nomura viaja anualmente à China para buscar novidades para a Casa China. Atualmente, 70% do portfólio é composto por produtos nacionais, com parcerias com marcas como Tramontina e Faber Castell. Dessa forma, aliada ao movimento de compras internacionais, a empresa critica a isenção para compras internacionais até US$ 50, apontando a concorrência desigual.

É evidente que a Casa China, que importa apenas 30% de seus produtos, teme os impactos dessa política. Nomura argumenta que competem com players totalmente isentos de impostos, o que afeta negativamente o mercado varejista brasileiro e leva ao fechamento de empresas locais. A taxação justa de produtos importados é uma questão crucial para equilibrar o mercado e fomentar o crescimento de negócios nacionais.

InstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus