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Por que o Banco do Brasil lidera em indicações para dividendos

BBAS3 surge como líder em indicações para dividendos, superando outras grandes empresas no setor.
Banco do Brasil se destaca como a melhor opção para investidores de dividendos, segundo análises de junho. Saiba mais.
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).
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O Banco do Brasil (BBAS3) alcançou a primeira posição como a ação mais recomendada para quem busca dividendos. Em um levantamento com 15 instituições financeiras, realizado pela UOL desde abril, o banco estatal recebeu dez recomendações, posicionando-se à frente de outras 36 empresas cotadas.

A política de dividendos, que tem mostrado forte previsibilidade, valoriza o Banco do Brasil no mercado. Recentemente, a administração do banco elevou o payout de 40% para 45%, uma política que se espera manter até 2025.

Na disputa acirrada pela preferência dos investidores, a Vale (VALE3) e a Telefônica Brasil (VIVT3) dividem a segunda colocação com oito recomendações cada. Até maio, a Vale liderava o ranking, mas foi ultrapassada pelo Banco do Brasil. A Petrobras (PETR4) aparece em terceiro lugar com sete indicações.

Forte atuação no setor agro e no crédito consignado

Com a maior gestão de recursos do país, controlando mais de 20% do mercado, o Banco do Brasil se destaca também no crédito ao agronegócio, detendo 53,7% desse segmento. Além disso, possui uma presença no mercado de crédito consignado, com 21% de participação.

 

Segundo a Guide Investimentos, o Banco do Brasil possui uma extensa rede de distribuição, contando com aproximadamente 3.900 agências, 1.800 postos de atendimento e 800 agências digitais e especializadas, abrangendo 96,6% dos municípios brasileiros.

Desempenho financeiro robusto

Os resultados consistentemente fortes do Banco do Brasil, incluindo lucros e receitas recordes, reforçam seu atrativo como investimento. Milton Rabelo, analista do setor financeiro da VGResearch, recomenda a compra das ações BBAS3, com um preço-teto estimado de R$ 30,60 e um retorno com dividendos previsto de 10% para os próximos doze meses.

Riscos e projeções

Contudo, existem riscos que podem influenciar a performance futura da instituição. Entre eles, a inadimplência no segundo semestre pode se agravar, especialmente nos segmentos agro e de consumo. Entretanto, essa perspectiva não é vista como alarmante por especialistas.

A economia pode desacelerar, o que impactaria negativamente as projeções de lucro líquido ajustado do Banco do Brasil para 2024, estimadas em R$ 37 bilhões, mantendo o dividend yield entre 10% e 11% para os próximos dois anos.

Max Bohm, estrategista de ações da Nomos, minimiza o potencial impacto das recentes tragédias no Sul sobre o banco, destacando a diversificação da carteira de crédito da instituição. Ele também aponta a interferência política como um risco contínuo, mas acredita que a governança fortalecida do banco reduziria tal possibilidade. Bohm igualmente prevê um retorno com dividendos de 10%, mantendo a recomendação de compra para BBAS3.

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