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Usiminas enfrenta novos desafios com rebaixamento e disputa judicial

Rebaixamento das ações da Usiminas pelo Bank of America e conflitos judiciais com a CSN impactam fortemente a empresa.
Rebaixamento ações Usiminas;
(Foto: Divulgação)
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As ações da Usiminas (USIM5) enfrentam uma fase turbulenta na bolsa brasileira. Na última sexta-feira, a empresa divulgou resultados fracos do segundo trimestre de 2024, o que desencadeou uma série de reações no mercado.

O Bank of America (BofA) foi rápido em ajustar sua recomendação para as ações da Usiminas, rebaixando de “neutro” para “venda” e reduzindo o preço-alvo de R$ 9 para R$ 6. Esta decisão gerou um impacto significativo no desempenho das ações da empresa.

Impacto Imediato no Mercado

Na segunda-feira, 29 de julho, as ações da Usiminas caíram mais de 5% no Ibovespa, encerrando o dia com uma queda de 4,42% a R$ 6,05. Às 11h25, os papéis já registravam uma queda de 4,58%, sendo cotados a R$ 6,04. No acumulado do ano, a Usiminas já apresentou uma desvalorização de 32% na B3​.

Leia Também: Lucro da Usiminas cai 93% no 1º trimestre de 2024

Conflito Judicial com a CSN

Além dos resultados financeiros, a Usiminas está envolvida em uma disputa judicial com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A Justiça determinou que a CSN deve reduzir sua participação na Usiminas. A participação deve diminuir de 12,9% para menos de 5% do capital social. Essa informação foi enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) através de um fato relevante.

Histórico da Disputa

A disputa judicial começou com um Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) firmado entre a CSN e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 2014. O acordo exigia que a CSN vendesse suas ações da Usiminas, reduzindo sua participação para menos de 5% em cinco anos. Contudo, esse prazo não foi cumprido. Em 2022, três anos após o vencimento do prazo, o Cade alterou a determinação. O Cade permitiu que a CSN mantivesse sua participação, desde que não usasse as ações para exercer direitos políticos.

Leia Também: Processo jurídico: o futuro da Usiminas em jogo no STJ

Decisão Judicial Recente

A decisão judicial recente obrigou a CSN a cumprir o desinvestimento, estipulando um prazo de um ano para a venda das ações, que venceu em 29 de junho de 2024. Segundo a Usiminas, a CSN não cumpriu essa decisão judicial. O caso corre em segredo de justiça, mas a Folha de S. Paulo informou que a Usiminas está buscando manter os efeitos do termo de compromisso original.

O cenário para a Usiminas é desafiador, com impactos financeiros e legais que continuam a pressionar a empresa. A combinação de resultados trimestrais decepcionantes e conflitos judiciais com a CSN mantém a empresa sob forte escrutínio do mercado​.

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