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Lula avalia indicações para o Banco Central nas próximas semanas

Lula pode anunciar quatro novas indicações para o Banco Central em breve, incluindo Gabriel Galípolo para substituir Campos Neto, mudando o Copom
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Dívida pública bruta do Brasil sobe, segundo Banco Central/(Foto: Rafael Ribeiro/BCB).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está considerando enviar todas as suas próximas quatro indicações para a diretoria colegiada do Banco Central (BC) de uma só vez, incluindo a de Gabriel Galípolo para o comando da autoridade monetária. O movimento, previsto para ocorrer nas próximas semanas, pode ter um impacto significativo na política monetária do país. 

Contexto das indicações  

O atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, tem mandato até o fim deste ano. A substituição está sendo antecipada por Lula, que busca consolidar uma maioria no Comitê de Política Monetária (Copom). Com a posse dos novos indicados em 2025, Lula terá sete dos nove membros do Copom escolhidos por ele. 

Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária, é o favorito para suceder Campos Neto. Outras possíveis nomeações incluem Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, e Marcelo Kayath, ex-diretor do Credit Suisse, embora este último tenha declinado a proposta. 

Para a diretoria de Regulação, o nome cogitado é o de Gilneu Vivan, atual chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC. Já para a diretoria de Relacionamento, Juliana Mozachi, que atualmente chefia o Departamento de Supervisão de Conduta, é considerada uma forte candidata. 

Processo de nomeação e expectativas 

A mudança na diretoria do BC ocorre em um momento de expectativa em relação à política monetária. Desde a última reunião do Copom, quando a taxa básica de juros foi mantida em 10,50% ao ano, Galípolo tem liderado a comunicação da autarquia, o que gerou um alívio nos mercados quanto à postura do BC em relação à inflação. 

O governo planeja realizar as sabatinas dos indicados ainda em setembro, antes das eleições municipais. A definição do processo dependerá das discussões entre Lula, o ministro da Fazenda Fernando Haddad e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). 

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Impacto e perspectivas 

A lei que concedeu autonomia ao BC, em vigor desde 2021, estabelece que o mandato dos diretores é de quatro anos, não coincidindo com o mandato presidencial. Isso significa que a administração atual precisa conviver com os diretores da gestão anterior até a mudança oficial.  

Fernando Haddad destacou a importância de considerar as variáveis técnicas ao decidir sobre a política monetária, enfatizando que o BC possui uma equipe técnica para avaliar a Selic. O objetivo é manter a inflação sob controle enquanto o Brasil continua a crescer. 

O anúncio das novas nomeações deve ocorrer nas próximas semanas e terá implicações significativas para a política econômica do país.

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