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Caixa Econômica bate recorde de lucro no 1° semestre de 2024

Veja como a Caixa Econômica bateu recordes de lucro em 2024 e impulsionou o mercado financeiro.
Saiba mais sobre o lucro da Caixa Econômica no 1° semestre de 2024. (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)
Saiba mais sobre o lucro da Caixa Econômica no 1° semestre de 2024. (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

A Caixa Econômica Federal alcançou resultados expressivos no primeiro semestre de 2024, registrando um lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões. Esse desempenho representa um crescimento de 36,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Desempenho financeiro e crescimento de ativos

No primeiro semestre de 2024, os ativos da Caixa Econômica somaram R$ 1,9 trilhão, refletindo um aumento de 10,7% em relação ao mesmo período de 2023. Em comparação com o trimestre anterior, o crescimento foi de 1,5%, impulsionado principalmente pela expansão de 10,6% na carteira de crédito, que agora representa 61,5% do total de ativos do banco.

As captações da Caixa também apresentaram crescimento, encerrando junho de 2024 com um saldo de R$ 1,530 trilhão, um aumento de 20,2% em relação ao ano anterior. Dentre as captações, a poupança se destacou com um saldo de R$ 374,5 bilhões, crescendo 6,0% em doze meses e 4,4% no último trimestre. A Caixa se consolidou como líder no segmento de poupança, aumentando sua participação de mercado de 36,4% em junho de 2023 para 37,0% em junho de 2024.

Lucro no segundo trimestre de 2024

O desempenho da Caixa no segundo trimestre de 2024 apresentou lucro líquido de R$ 3,3 bilhões, marcando um aumento de 27,3% em comparação com o mesmo período de 2023. A margem financeira do banco atingiu R$ 15,5 bilhões, crescendo 4,1% em relação ao segundo trimestre do ano anterior.

A receita de prestação de serviços também apresentou crescimento, somando R$ 6,8 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 6,5% em doze meses. Esse crescimento foi impulsionado por receitas com loterias, operações de crédito e produtos de seguridade.

Carteira de crédito e financiamento imobiliário

A carteira de crédito da Caixa Econômica encerrou junho de 2024 com um saldo de R$ 1,175 trilhão, o que representa um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior. O setor imobiliário foi o destaque, com um aumento de 14,8% em doze meses, seguido pelo agronegócio, que cresceu 19,5%, e o setor de saneamento e infraestrutura, que registrou um aumento de 3,4%.

No segmento de crédito imobiliário, a Caixa manteve sua liderança, com uma participação de mercado de 68,0% no segundo trimestre de 2024. O saldo da carteira imobiliária atingiu R$ 783,6 bilhões, crescendo 14,8% em doze meses. Deste saldo, R$ 456,6 bilhões utilizaram recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), refletindo um aumento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Impacto social e sustentabilidade

No segundo trimestre de 2024, o banco distribuiu R$ 118,4 bilhões em benefícios. Além disso, atendeu a 124,8 milhões de parcelas de programas sociais, benefícios ao trabalhador e benefícios do INSS. No acumulado do ano, foram pagos R$ 211,5 bilhões em benefícios.

Além disso, a Caixa gerenciou uma carteira de finanças sustentáveis que alcançou R$ 805,0 bilhões em junho de 2024. Essa carteira inclui produtos de crédito destinados a habitação, comercial, agro, saneamento e infraestrutura, entre outros. Esses produtos estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Investimentos e parcerias público-privadas

A Caixa Econômica Federal também se destacou no financiamento de grandes projetos de infraestrutura e saneamento. A carteira de crédito para infraestrutura alcançou um saldo de R$ 101,8 bilhões em junho de 2024. O crescimento foi de 3,4% em relação ao ano anterior. No setor de agronegócio, o saldo da carteira atingiu R$ 59,0 bilhões, um aumento de 19,5% em doze meses.

O banco também avançou em parcerias público-privadas (PPP), gerenciando 76 projetos distribuídos em setores como saneamento, habitação, educação e resíduos sólidos. Esses projetos têm uma perspectiva de investimentos privados na ordem de R$ 32,5 bilhões, impactando mais de 26,8 milhões de habitantes em 353 municípios brasileiros.

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