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Fernando Haddad pede a Lula decisão rápida sobre presidência do Banco Central

Fernando Haddad sugere que Lula anuncie o novo presidente do Banco Central até setembro, visando uma transição suave em 2025.
Fernando Haddad - reforma tributária - Banco Central do Brasil
Fernando Haddad, ministro da Fazenda (Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defina o próximo presidente do Banco Central (BC) até o início de setembro. Fernando Haddad apresentou a proposta durante um evento do Banco Santander, em que participou por teleconferência. Ele revelou que já havia discutido a decisão com o atual presidente do BC, Roberto Campos Neto.

“Conversei com Roberto Campos Neto sobre a importância de uma transição mais longa, e sugerimos que a indicação seja feita até setembro, para que a troca de comando ocorra em 2025. O presidente Lula já está avaliando o assunto”, comentou o ministro, ressaltando a importância de um processo de transição bem estruturado.

A conversa inicial entre Fernando Haddad e Roberto Campos Neto, atual presidente do Banco Central ocorreu no começo do ano. Na época, não tinha nenhuma escalada nas tensões entre Lula e o presidente do BC. Apesar disso, o ministro deixou claro que a decisão final sobre a nomeação cabe exclusivamente ao presidente Lula.

“Foi uma formalidade necessária, que não se limitou a um gesto de cortesia. Discuti com Roberto Campos Neto, e concordamos que agosto seria o mês ideal para o anúncio, garantindo um período adequado para a transição”, explicou o ministro.

O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), também se manifestou. Ele expressou a expectativa de que a indicação e a sabatina do próximo presidente do BC ocorram até a segunda semana de setembro. Wagner destacou que o Senado realizará um esforço concentrado de votações na primeira semana do mês, apesar da campanha para as eleições municipais. Se necessário, esse esforço poderá se estender até a semana seguinte, entre os dias 9 e 13 de setembro.

O mandato de Roberto Campos Neto, juntamente com os mandatos dos diretores de Regulação, Otávio Damaso, e de Relacionamento, Carolina Barros, termina no final deste ano. O governo ainda não decidiu se fará as três nomeações ao mesmo tempo ou se deixará a escolha dos novos diretores para mais adiante.

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