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Preços ao produtor tem alta de 0,61% em agosto, segundo o IBGE

IPP sobe 0,61% em agosto, marcando o sétimo mês consecutivo de alta. Setores de alimentos e químicos impulsionam a variação, aponta IBGE.
Carne moída - Carne - Alta nos preços
(Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) no Brasil registrou uma alta de 0,61% em agosto, uma desaceleração em relação ao avanço de 1,53% observado em julho. Este é o sétimo mês consecutivo de crescimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (26). No acumulado de 12 meses, o IPP registrou um aumento de 6,42%, no entanto, é abaixo dos 6,58% registrados até julho.

“O crescimento verificado em agosto foi um pouco menor do que o de julho, com destaque para os aumentos de preços nos setores de alimentos e outros produtos químicos. Por outro lado, a variação negativa resultante da atividade de indústrias extrativas ajudou a conter o quadro inflacionário na indústria”, explica Alexandre Brandão, gerente do IPP.

O levantamento do IBGE analisou 24 atividades, das quais 18 avaliações foram positivas em agosto em comparação com o mês anterior. Os setores que mais influenciaram o resultado foram alimentos (0,32 pontos percentuais), indústrias extrativas (-0,25 pp), outros produtos químicos (0,19 pp), e refino de petróleo e biocombustíveis (0,12 pp).

Entre as atividades que se destacaram em termos de variação estão as indústrias extrativas (-5,06%), impressão (2,85%), outros produtos químicos (2,42%) e móveis (2,04%). O setor de alimentos, por exemplo, registrou alta de 1,33% e atingiu o quinto mês consecutivo de variação positiva.

Demanda em alta impulsão preços dos alimentos

A alta dos preços da carne bovina explica, em parte, o desempenho do setor de alimentos. Problemas na oferta do produto e na melhoria da renda da população aumentaram a demanda. Além disso, houve um crescimento na demando por arroz.

No que se refere às grandes categorias econômicas, o resultado de agosto indicou uma queda de 0,18% nos bens de capital. Já os bens intermediários registraram alta de 0,38% e os bens de consumo avançaram 1,12%.

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