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Volkswagen reduz guidance e enfrenta riscos de fechamento de fábricas

A Volkswagen reduz sua margem operacional para 5,6%, enfrenta queda na demanda e lida com possíveis fechamentos de fábricas pela primeira vez em sua história.
Imagem da frente de um carro da Volkswagen
(Imagem: Pixabay)

A Volkswagen anunciou, pela segunda vez neste ano, uma redução no guidance, alertando que a queda da demanda prejudicará a lucratividade da montadora. Na última sexta-feira (27), a Volkswagen informou que agora prevê uma margem operacional de 5,6%. Isso representa uma redução em relação à previsão de até 7% feita em julho, quando já havia ocorrido uma revisão das expectativas devido aos custos associados ao fechamento da fábrica da Audi na Bélgica.

O fluxo de caixa líquido da divisão automotiva deve ser inferior à metade do valor projetado inicialmente. O novo cenário se mostra desafiador, principalmente à medida que a montadora enfrentou a oposição dos sindicatos em relação aos cortes de empregos e aos potenciais fechamentos de fábricas, algo sem precedentes em sua história.

Desafios para a indústria automotiva alemã

Os problemas enfrentados pela Volkswagen não são isolados. As três principais montadoras alemãs — Volkswagen, Mercedes-Benz e BMW — emitiram recentemente alertas sobre as suas margens de lucro. Um dos fatores é a desaceleração das vendas na China, causada pela hesitação dos consumidores em meio à crise imobiliária do país. Além disso, uma competição no setor de veículos elétricos leva a grandes descontos e uma consequente diminuição das margens de lucro.

Para o CEO Oliver Blume, o desafio agora é enfrentar os altos custos operacionais na Alemanha enquanto o mercado de veículos elétricos sofre uma desaceleração e fabricantes chineses, como a BYD, ganham espaço na Europa. A Volkswagen está considerando, pela primeira vez, o fechamento de fábricas em seu país de origem. Os executivos já sinalizaram que existe uma capacidade excedente equivalente a duas fábricas de veículos. Isso coloca a empresa em conflito direto com grupos trabalhistas.

A crise no setor automotivo

O recente alerta da Volkswagen reforça os desafios que a empresa enfrenta. A montadora agora espera que o fluxo de caixa líquida na divisão automotiva alcance cerca de € 2 bilhões (R$ 12 bilhões), abaixo dos € 4,5 bilhões direcionados anteriormente. Uma das causas são atividades de fusões e aquisições, incluindo uma parceria com a Rivian Automotive no desenvolvimento de tecnologias para veículos elétricos.

A Volkswagen informou que tanto sua marca de carros de passeio quanto sua unidade de veículos comerciais estão apresentando desempenho abaixo do esperado. Há riscos para o grupo de fabricação de automóveis de alto volume, que engloba as marcas Skoda e Seat.

A empresa prevê que as entregas globais cairão para cerca de 9 milhões de unidades neste ano, em comparação com 9,24 milhões em 2023. Por fim, a empresa diz que é uma mudança em relação à previsão anterior, que indicava um aumento de 3%.

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