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Separação Litigiosa entre XP e EQI Investimentos alcança momento decisivo

A disputa judicial entre a XP e a EQI Investimentos, que já dura mais de quatro anos, atingiu um ponto crucial. Acusações de concorrência desleal e o uso de robôs para acessar dados confidenciais da XP estão no centro da ação. Com a EQI enfrentando possíveis multas de até R$ 20 milhões, a batalha entre as empresas se intensifica.
Juliano Custódio, sócio e CEO da EQI Investimentos, liderando a empresa durante a disputa judicial com a XP Investimentos.
Juliano Custódio, CEO da EQI Investimentos (Foto: Divulgação)
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A disputa judicial entre a XP e a EQI Investimentos, que já se arrasta há mais de quatro anos, alcançou um novo ponto crucial em 23 de setembro. O centro da ação judicial é a acusação de que a EQI teria utilizado robôs para acessar a base de dados da XP após o término da parceria entre as corretoras.

Conforme publicado pelo colunista Lauro Jardim, do O Globo, a EQI teria feito cerca de 200 mil acessos à base de clientes da XP. O objetivo seria captar informações estratégicas. Esses dados supostamente serviriam para fortalecer a nova parceria com o BTG Pactual. O BTG é um dos maiores players do mercado financeiro brasileiro.

Disputa por Clientes e Acessos

A 2ª Vara Empresarial de São Paulo solicitou uma perícia para apurar se houve concorrência desleal por parte da EQI. O uso de robôs de investimento está no centro da investigação, podendo levar a desdobramentos jurídicos significativos. Isso inclui multas e possíveis sanções por quebra de contrato no setor financeiro. As implicações legais podem se estender a diferentes áreas, impactando instituições e reguladores. A investigação busca entender até que ponto essas ferramentas automatizadas influenciaram as operações financeiras da XP e EQI Investimentos.

O resultado pode gerar mudanças importantes nas normas e práticas do setor, além de maior fiscalização. Essas ações podem afetar diretamente a forma como os robôs de investimento são utilizados no mercado financeiro.

Aliciamento de clientes da XP Investimentos

Além da quebra contratual, a separação entre XP e EQI desencadeou uma batalha judicial intensa, onde ambas as partes se acusam de aliciamento de clientes. O ponto mais delicado é a acusação de que a EQI teria capturado dados confidenciais da base de clientes da XP para uso próprio, especialmente após a aliança com o BTG Pactual. Caso as alegações de concorrência desleal sejam confirmadas, a EQI pode enfrentar uma multa de até R$ 20 milhões.

A ruptura entre as corretoras ocorreu em 2020, quando a EQI, então um dos maiores escritórios de agentes autônomos de investimentos do Brasil, decidiu encerrar sua parceria com a XP e se aliar ao BTG, o maior banco de investimentos da América Latina. Este movimento gerou repercussões em todo o setor, servindo de exemplo para outros escritórios que optaram por seguir caminhos similares, remodelando o mercado financeiro brasileiro até 2024. Juliano Custódio (foto), sócio e CEO da EQI Investimentos, tem liderado a empresa durante essa fase de crescimento.

Expansão da EQI e Revisão de Metas

No início de 2024, a EQI Investimentos projetava atingir R$ 50 bilhões sob custódia, mas a meta foi revisada para R$ 43 bilhões diante de desafios operacionais e da disputa judicial com XP. Atualmente, a empresa conta com mais de 50 mil clientes ativos e possui 12 escritórios distribuídos pelo Brasil. Em julho de 2023, a EQI se tornou o primeiro escritório de agentes autônomos a receber autorização do Banco Central para operar como corretora de investimentos. Essa transição permitiu à EQI diversificar seus serviços, oferecendo mais de 2 mil opções de investimentos, consolidando sua posição no mercado.

A parceria com o BTG Pactual aumentou as expectativas de crescimento da EQI, mas ajustes nas metas foram inevitáveis devido ao impacto da disputa judicial, que gerou incertezas entre investidores e afetou o desempenho esperado da EQI Investimentos.

O Futuro da Disputa Judicial entre XP e EQI

Apesar dos avanços no mercado, o impasse entre a XP e a EQI Investimentos segue sem uma solução no curto prazo. Ambas as corretoras permanecem firmes em seus argumentos legais, buscando compensações por danos e alegados descumprimentos contratuais. A decisão judicial sobre o uso de robôs e a acusação de concorrência desleal pode ter repercussões de longo alcance para o setor financeiro no Brasil.

A EQI vê a resolução do conflito com a XP como um passo fundamental para voltar a crescer. Resolver essa questão permitirá à empresa alcançar suas metas revisadas no mercado de investimentos no Brasil, previstas para 2024. A empresa acredita que, ao superar esse desafio, poderá consolidar seu posicionamento e atingir os objetivos estratégicos traçados para o próximo ano.

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