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Carrefour Brasil registra vendas de R$ 29,5 bi no 3º trimestre de 2024

Carrefour Brasil (CRFB3) atinge R$ 29,5 bilhões em vendas no 3º trimestre de 2024, com forte impulso do Atacadão.
Grupo Carrefour Brasil lucra R$ 282 mi no 1º tri de 2025, alta de 446%. Atacadão lidera vendas e banco cresce apesar da inadimplência no setor.
(Imagem: divulgação/Carrefour)
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O Carrefour Brasil (CRFB3) registrou vendas de R$ 29,5 bilhões no terceiro trimestre de 2024, um crescimento de 4,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho da bandeira Atacadão impulsionou fortemente esse resultado, contribuindo com R$ 21,4 bilhões, um aumento de 8,3% em comparação ao terceiro trimestre de 2023.

As vendas consolidadas, excluindo combustíveis, atingiram R$ 28,7 bilhões, mantendo o avanço de 4,8% na base anual. O Atacadão, principal motor de crescimento do grupo, inaugurou 13 novas lojas nos últimos 12 meses, o que ajudou a sustentar essa expansão. As vendas no conceito de mesmas lojas cresceram 5,6%, o que reflete um aumento constante na receita, mesmo sem a abertura de novos pontos. Na linha de varejo tradicional, as vendas nas mesmas lojas, excluindo os combustíveis, registraram alta de 7,1%.

Carrefour: expansão de lojas impulsionando o desempenho de vendas

A expansão da rede e o desempenho positivo das lojas já existentes foram essenciais para o Carrefour Brasil manter sua liderança no setor de atacarejo. As novas lojas foram fundamental para sustentar o crescimento de 8,3% nas vendas do Atacadão.

Mesmo com uma leve desaceleração no consumo de clientes B2B, devido à deflação nos meses de julho e agosto, o volume de vendas é positivo.

Venda de imóveis como estratégia de otimização

Além do crescimento nas vendas, o Carrefour Brasil também avançou em sua estratégia de monetização de ativos. O grupo firmou um acordo com a Guardian Gestora para vender 15 imóveis nas lojas do Atacadão, por um valor de R$ 725 milhões.

A transação transfere o modelo de “sale-leaseback”, com contratos de contratação de 13 anos, renováveis ​​por mais cinco. Com essa operação, o grupo reduzirá seu endividamento e continuará com sua estratégia de “destravar valor de portfólio imobiliário”, sem impactar as operações comerciais.

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