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Haddad discorda do FMI e explica o motivo de recorde na arrecadação

Em Washington, Haddad explica a jornalistas por que houve recorde na arrecadação para o mês de setembro de 2024
Em Washington, Haddad explica a jornalistas por que houve recorde na arrecadação para o mês de setembro de 2024
Diogo Zacarias/MF

Na última terça-feira (22/10), a Receita Federal divulgou dados referentes às contas públicas do governo. O que chamou atenção foi o valor recorde na arrecadação do governo federal com impostos para o mês de setembro. Segundo a entidade, R$ 203,17 bilhões ingressaram nos cofres da União. Em comparação ao que se arrecadou no mesmo período do ano passado, o aumento real foi de 11,61%, já descontando a inflação pelo IPCA acumulada no período.

Por que houve recorde na arrecadação?

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, encontra-se em Washington, capital dos Estados Unidos, para participar da reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Porém, ainda na terça (22), o chefe da pasta não deixou de comentar sobre o recorde na arrecadação.

Para o ministro, o recorde de arrecadação registrado em setembro é resultado, principalmente, da recomposição da base fiscal, alcançada com o fim de medidas de auxílio voltadas às camadas mais ricas. Porém, Haddad contestou as alegações presentes em um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), que atribuiu o crescimento econômico do Brasil a estímulos fiscais, destacando que a recuperação se deve, em grande parte, à reestruturação fiscal promovida pelo governo.

“Nós vamos recompor a base fiscal. Até porque as despesas herdadas para as quais não havia fonte de financiamento têm que ser pagas”, explicou o ministro. Vale lembrar que, no fim do ano passado, o Congresso aprovou medidas que contribuíram para o recorde na arrecadação deste ano. A taxação de offshores (empresas de investimento no exterior), a antecipação de Imposto de Renda de fundos exclusivos e o fim de benefícios como a subvenção (subsídio) a gastos de custeio de grandes empresas.

Agenda nos Estados Unidos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a equipe econômica viajaram a Washington para a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, além de participar do encontro do G20.

Porém, no primeiro dia de viagem, Fernando Haddad teve sua agenda alterada a pedido da Casa Branca, onde se reuniu com Lael Brainard, diretora do Conselho Econômico, acompanhado de Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central, e da embaixadora Maria Luiza Viotti. A reunião discutiu relações bilaterais e temas do G20, incluindo a divergência entre Brasil e EUA sobre a taxação dos super-ricos. Em razão desse encontro, houve o cancelamento da reunião com a agência Fitch. Em setembro, após reuniões com S&P e Moody’s, a Moody’s elevou a nota da dívida brasileira.

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