Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Pedro Brandão alerta: “inflação e juros altos minam poder de compra e confiança no mercado”

A elevação da taxa Selic para 10,75% e a inflação acima de 4,5% em 2024 preocupam sobre o poder de compra. Pedro Brandão, CEO da CredÁgil, destaca que juros altos e inflação complicam a vida de empresários e consumidores, sugerindo estratégias de gestão de caixa.
Pedro Brandão analisou a situação atual da inflação e juros altos no Brasil.
Pedro Brandão, CEO da CredÁGIL (Foto: LC Moreira)
Getting your Trinity Audio player ready...

As projeções recentes do Boletim Focus, divulgadas na segunda-feira (28) pelo Banco Central, mostram que a meta de inflação de 4,5% para 2024 está em risco, com estimativas do IPCA subindo para 4,55%. Esse aumento nas expectativas reflete uma forte pressão inflacionária, resultado de fatores como a inflação de demanda, impulsionada por aumento no consumo, e a inflação de custos, devido ao encarecimento de matérias-primas. A combinação de inflação e juros altos impacta diretamente a economia.

Para conter esse cenário, o Banco Central optou por uma política de alta dos juros, elevando a taxa Selic para 10,75%. No entanto, especialistas indicam que a taxa de juros real deve continuar em patamares elevados até 2025, criando desafios para o consumo e os investimentos.

Projeções econômicas e reflexos da inflação e juros altos

A continuidade de um cenário inflacionário acima da meta sugere que a Selic pode chegar a 11,75% no final do ano, impactando setores como o crédito e o varejo. Esse cenário deve influenciar o Produto Interno Bruto (PIB), cuja previsão de crescimento se manteve em 1,93% para 2025. Com essa inflação e juros altos, muitos setores enfrentam grandes desafios.

YouTube thumbnail

Segundo Pedro Brandão, especialista em finanças e CEO da CredÁgil, “a manutenção da Selic em níveis elevados impõe um custo de crédito alto, que restringe o consumo e inibe a expansão das empresas.”

Brandão destaca que os juros altos combinados com uma inflação resistente “corroem o poder de compra da população e afetam a confiança no mercado”, essenciais para a recuperação econômica.

Gabriel Galípolo e a desafiante missão no Banco Central

O economista Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária e futuro presidente do Banco Central, enfrentará o desafio de manter uma postura conservadora. Com a pressão crescente para reduzir a Selic, ele precisará equilibrar as expectativas do mercado com a estabilidade econômica. Ao mesmo tempo, deve assegurar que a inflação não comprometa o crédito e o poder de compra da população. A missão de Galípolo envolve lidar com um cenário de incerteza econômica e o impacto da inflação e juros altos sobre os indicadores econômicos, buscando o equilíbrio entre controle de preços e crescimento sustentável.

Controle fiscal e impacto econômico

Em recente entrevista, Simone Tebet, ministra do Planejamento, reforçou a importância de um ajuste fiscal rígido para equilibrar as contas públicas e controlar a inflação. Esse ajuste é essencial para limitar os gastos do governo e evitar pressões adicionais no cenário inflacionário. O controle fiscal também pode ajudar a conter a inflação de demanda, principalmente em alimentos e energia. Isso beneficia setores essenciais e promove uma economia mais estável a longo prazo.

Como os empresários podem enfrentar os desafios econômicos com inflação e juros altos

Pedro Brandão recomenda que empresários adotem uma postura cautelosa para enfrentar um cenário econômico desafiador. Ele sugere priorizar a gestão de caixa e a otimização de custos para garantir liquidez e enfrentar o aumento no custo do crédito. Com a inflação e juros altos presentes, tais medidas são ainda mais importantes.

“Trabalhar com cenários conservadores e uma estrutura financeira sólida pode fazer a diferença em tempos de incerteza econômica”, afirma o CEO da CredÁgil.

Além disso, Brandão aconselha gestores financeiros a renegociar endividamento e a buscar investimentos que protejam contra a inflação. Esse enfoque pode ajudar as empresas a proteger seu capital e estabelecer uma base mais segura para crescer no futuro. Outro ponto que ele tambem destacou foi a análise de crédito mais criteriosa para evitar inadimplência.

“Com uma postura estratégica e cuidadosa, as empresas podem fortalecer suas operações e se posicionar para prosperar, mesmo em um ambiente de juros altos”, finaliza Brandão.

FacebookInstagramLinkedInYouTubeWebsite
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco