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MRV&Co reduz prejuízo no 3º trimestre de 2024

MRV registra recuperação no balanço financeiro do 3º trimestre, demonstrando queda no prejuízo e projeções otimistas para geração de caixa em 2024.
Imagem da fachada da sede da empresa da MRV&Co. A foto é para ilustrar uma matéria jornalística sobre o balaço financeiro da MRV no terceiro trimestre de 2024.
(Imagem: divulgação/MRV)
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O grupo MRV (MRVE3) divulgou na noite desta quarta-feira (13), o balanço financeiro do terceiro trimestre de 2024. A empresa teve um prejuízo consolidado de R$ 12,7 milhões. É uma melhora em relação à perda de R$ 136,5 milhões registrada no mesmo período de 2023. Mesmo com impactos financeiros adversos, o grupo mostrou sinais de recuperação.

O balanço financeiro da MRV: lucro líquido ajustado e gestão financeira

Ao excluir fatores extraordinários, a MRV teve um lucro líquido ajustado de R$ 17,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 20,9 milhões distribuídos no ano anterior. Esse ajuste considera operações complexas, como equity swaps, marcação a mercado das dívidas e perda na venda de um terreno. Assim, o grupo demonstra uma gestão mais forte para enfrentar os desafios do setor.

 Lucro e receita histórica

No segmento de incorporação, que abrange as marcas MRV e Sensia, o grupo teve lucro de R$ 46,1 milhões no trimestre, contrastando com o prejuízo de R$ 87,6 milhões no mesmo período de 2023. Após ajustes, o lucro nesse segmento somou R$ 76,2 milhões, uma recuperação importante para o balanço financeiro da MRV. A receita líquida da MRV alcançou R$ 2,3 bilhões, impulsionada por vendas de R$ 2,75 bilhões – um recorde histórico para a divisão.

Geração de caixa e projeções para 2024

Segundo o balanço financeiro, a MRV registrou uma geração de caixa ajustada de R$ 124 milhões no terceiro trimestre, em contraste com um consumo de caixa de R$ 46,2 milhões no ano anterior. Para o fechamento de 2024, a companhia projeta geração de caixa entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, com um fluxo positivo necessário de ao menos R$ 143,5 milhões no quarto trimestre para atingir a meta inferior.

O diretor financeiro Ricardo Paixão se mostrou confiante. “Vamos superar esse limite do direcionamento inferior e, talvez, até um pouco mais”, declarou em entrevista, destacando o foco na desalavancagem por meio de geração de caixa.

Impacto das novas regras do FGTS e expansão de negócios

Além das operações no Brasil, que incluem MRV, Luggo (locação de imóveis) e Urba (loteamentos urbanos), o grupo conta com a subsidiária norte-americana Resia. Segundo Ricardo Paixão, as novas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem favorecer o MRV ao ampliar recursos para a compra de imóveis. Cerca de 85% das vendas da MRV se enquadraram no programa Minha Casa Minha Vida, fortalecendo a atuação da empresa no setor de habitação popular.

Desempenho das unidades Luggo, Urba e Resia no balanço financeiro da MRV

No trimestre, a unidade Luggo apresentou um lucro de R$ 991 milhões, enquanto Urba e Resia reportaram prejuízos de R$ 7,5 milhões e R$ 52,3 milhões, respectivamente. Por fim, os resultados destacam a diversificação do grupo, embora também revelem desafios que algumas unidades ainda enfrentam.

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