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Decisão polêmica: Carrefour suspende carnes do Mercosul na França

O Carrefour suspendeu a venda de carnes do Mercosul na França, apoiando agricultores locais e gerando reações negativas no Brasil.
Grupo Carrefour Brasil lucra R$ 282 mi no 1º tri de 2025, alta de 446%. Atacadão lidera vendas e banco cresce apesar da inadimplência no setor.
(Imagem: divulgação/Carrefour)

O Carrefour anunciou que não irá mais comercializar carnes de países do Mercosul em suas lojas na França. Alexandre Bompard, presidente global da rede, comunicou a medida nesta quarta-feira (20) em uma carta que divulgou nas redes sociais e enviou a Arnaud Rousseau, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos de Agricultores (FNSEA).

Solidariedade ao setor agropecuário francês

Alexandre Bompard justificou a exclusão das carnes do Mercosul como um gesto de apoio aos produtores franceses. Ele citou preocupações com o impacto do possível acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, que pode aumentar a competição no mercado interno francês.

Na carta, ele ressaltou que a decisão reforça o compromisso do Carrefour com os padrões de qualidade locais e busca inspirar outras empresas a priorizarem produtos nacionais. 

“Queremos ser um exemplo para o setor de alimentos e para outros mercados, incentivando o consumo de produtos franceses”, afirmou Alexandre Bompard.

Protestos agrícolas influenciam decisão do Carrefour

A decisão surge em meio a protestos de agricultores franceses, que temem perder competitividade em relação a produtos sul-americanos. Esses produtores alegam que a diferença na regulamentação e na carga tributária entre os blocos resulta em uma concorrência injusta.

As manifestações coincidiram com a participação do presidente Emmanuel Macron na cúpula do G20, no Rio de Janeiro, onde as discussões sobre o acordo UE-Mercosul avançaram pouco. Entidades agrícolas têm pressionado o governo francês a proteger os interesses locais.

Brasil critica medida do Carrefour

No Brasil, a exclusão das carnes do Mercosul foi recebida com críticas. O Ministério da Agricultura afirmou que a medida não reflete critérios técnicos e é motivada por questões protecionistas. A pasta destacou que o país possui um dos sistemas agropecuários mais rigorosos do mundo e mantém relações comerciais com mais de 160 países.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também lamentou a decisão, classificando-a como “injustificada”. Segundo a entidade, a postura do Carrefour contraria os princípios de livre comércio e sustentabilidade.

Jornal da Band – Veja a nota do Ministério da Agricultura

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