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Brasil: confiança da indústria cai pelo 4º mês em 2024

A confiança da indústria recua pelo quarto mês, com piora no cenário atual e expectativas futuras, segundo dados da FGV.
Dados da FGV revelam oscilação na confiança da indústria brasileira. Empresários seguem cautelosos, mas estoques e produção dão sinais positivos.
(Imagem: Jean Martinelle/Pixabay)
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A confiança da indústria no Brasil registrou a quarta queda no ano em novembro, uma piora na percepção do setor sobre a situação atual e as expectativas futuras. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 1,3 ponto, atingindo 98,6 pontos, o terceiro recuo consecutivo.

O desempenho do Índice de Confiança da Indústria em novembro reforça a cautela dos empresários. Segundo a FGV, o Índice de Situação Atual (ISA), que avalia o momento presente, recuou 1,2 ponto, atingindo 101,7 pontos. A piora foi puxada principalmente pela queda de 2,9 pontos nos componentes de nível de demanda e na avaliação da situação atual dos negócios, que marcaram 102,1 e 101,1 pontos, respectivamente.

As expectativas na indústria do Brasil também não foram positivas. O Índice de Expectativas (IE), que mede a percepção sobre os próximos meses, caiu 1,4 ponto, alcançando 95,4 pontos, seu menor nível desde novembro de 2023. O principal destaque foi o indicador de tendência de negócios para os próximos seis meses, que recuou 2,8 pontos. O pior resultado desde fevereiro de 2024.

De acordo com Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE, “o resultado sugere que os empresários estão cautelosos com o fim do ano, uma vez que a atividade do setor começa a dar sinais de enfraquecimento.” Dos 19 segmentos industriais analisados, 14 registraram queda na confiança em novembro.

Indústria do Brasil: cenário macroeconômico

A desaceleração da atividade industrial ocorre em um momento de alta da taxa de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 11,25% ao ano em novembro, buscando conter pressões inflacionárias. Essa política tende a impactar a atividade econômica, especialmente em um setor que experimentou forte demanda ao longo do ano.

Operadores do mercado já precificam uma chance de 55% de que o Copom aumente a taxa em 75 pontos-base na reunião de dezembro. Esse movimento pode ampliar os desafios enfrentados pela indústria.

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