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Metas anuais do pacote fiscal: confira os valores estimados para cada ano

Com metas anuais claras, o pacote fiscal do governo prevê economizar R$ 327 bilhões até 2030, equilibrando as contas públicas.
Imagem da fachada do Ministério da Fazenda para ilustrar uma matéria jornalística sobre o IPCA 2024 - Pacote fiscal - - Tesouro Direto
(Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

O Ministério da Fazenda divulgou nesta quinta-feira (28) as estimativas de economia com o pacote fiscal de corte de gastos obrigatórios, anunciado pelo ministro Fernando Haddad. O governo projeta uma economia de R$ 71,9 bilhões entre 2025 e 2026 e de R$ 327 bilhões até 2030. As medidas foram detalhadas como parte de um esforço para equilibrar as contas públicas e garantir o cumprimento das metas fiscais.

Pacote fiscal: previsão de economia ano a ano

De acordo com os dados apresentados, a economia será distribuída ao longo dos próximos anos, com os seguintes valores:

  • 2025: R$ 30,6 bilhões
  • 2026: R$ 41,3 bilhões
  • 2027: R$ 49,2 bilhões
  • 2028: R$ 57,5 bilhões
  • 2029: R$ 68,6 bilhões
  • 2030: R$ 79,9 bilhões

As estimativas são preliminares e dependem da aprovação das medidas no Congresso e da execução administrativa por parte do governo.

Impacto de propostas legislativas

O pacote inclui uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que abrange ajustes no abono salarial, mudanças no Fundeb e prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), entre outros pontos. Essa PEC deve gerar uma economia de R$ 11,1 bilhões em 2025, subindo para R$ 28,4 bilhões em 2030.

Projetos de lei também fazem parte das propostas e incluem:

  • Teto para reajustes no salário mínimo;
  • Restrições ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  • Implantação de biometria em benefícios sociais;
  • Revisão de distorções previdenciárias de militares.

Essas ações devem contribuir com R$ 11,7 bilhões de economia já em 2025, chegando a R$ 44,5 bilhões em 2030.

Outras medidas e ações administrativas

O governo também adotará medidas administrativas que não dependem do Congresso Nacional. Entre elas, o escalonamento de concursos públicos, limitado a provimentos essenciais, deve gerar economia de R$ 1 bilhão por ano entre 2025 e 2030. Além disso, as mudanças nas regras de emendas parlamentares foram destacadas como uma das principais fontes de redução de despesas, com impacto de R$ 6,7 bilhões em 2025 e valores similares nos anos seguintes.

O Ministério da Fazenda reforça que essas medidas são parte de uma estratégia ampla para garantir a sustentabilidade fiscal do país. O resultado depende da aprovação e implementação de cada uma das propostas, além da adesão de todos os envolvidos no processo.

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