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Pacote fiscal: governo busca aprovação em dezembro

Governo Federal articula aprovação de pacote fiscal com novas regras para salário mínimo, Imposto de Renda e benefícios tributários.
A valorização do real em janeiro foi de 5,87%, superando o dólar e ficando atrás apenas do rublo e do peso colombiano.
(Imagem: Carlito Canhadas/Pixabay)

O Ministério da Fazenda trabalha para aprovar as medidas do pacote fiscal — uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e um projeto de lei — ainda em dezembro. O governo apresenta as iniciativas como fundamentais para equilibrar as contas públicas e busca o apoio do Congresso Nacional.

O governo tem intensificado conversas com lideranças do Congresso para garantir a aprovação do pacote fiscal em caráter prioritário. Entre as medidas propostas estão limitações no aumento real do salário mínimo, ajustes no Abono Salarial e nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além disso, o projeto estabelece “gatilhos” para suspender benefícios tributários em casos de déficit primário persistente. Outra proposta é a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 2032, permitindo maior flexibilidade no uso dos recursos federais.

Outra medida polêmica é o projeto de lei que isenta trabalhadores com renda de até R$ 5 mil mensais da cobrança do Imposto de Renda (IR) e cria uma nova tributação para super-ricos. O governo pretende enviar o texto ao Congresso nos próximos dias. No entanto, a expectativa é que a tramitação legislativa dessas mudanças comece apenas em 2025.

Os principais pontos do pacote fiscal

1. Salário mínimo

  • Crescimento limitado a 2,5% acima da inflação, seguindo regras do arcabouço fiscal.
  • Atual regra: reajuste com base na inflação e no PIB de dois anos antes.
  • Novo limite restringe o crescimento quando o PIB ultrapassa 2,5%.

2. Imposto de Renda

  • Isenção para rendas de até R$ 5 mil, proposta para 2026.
  • Medida visa compensar cortes orçamentários, atendendo a uma demanda do presidente Lula.
  • Perda de arrecadação compensada com imposto maior para rendas acima de R$ 50 mil.

3. Taxação dos ricos

  • Sobretaxar pessoas com rendas superiores a R$ 50 mil por mês.
  • Objetivo: redistribuir a carga tributária, mas sem detalhes divulgados.

4. Abono salarial

  • Limite de renda para o benefício reduzido de R$ 2.824 para R$ 2.640, corrigido pela inflação.
  • Valor será fixado em 1,5 salário mínimo no futuro.

5. Aposentadoria de militares

  • Idade mínima para aposentadoria será elevada (atualmente 50 anos).
  • Alterações nas regras para transferência de pensões.

6. Supersalários de servidores

  • Todos os agentes públicos serão submetidos ao teto constitucional (R$ 44.008,52).
  • Benefícios atualmente fora do teto passarão a ser incluídos.

7. Emendas parlamentares

  • Crescimento máximo de 2,5% acima da inflação para o valor global das emendas.
  • Metade das emendas das comissões será destinada à saúde pública.

8. Novos benefícios fiscais

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