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Ibovespa fecha em queda com pressão de bancos

O Ibovespa fecha em queda de 0,34%, enquanto o dólar chega a R$ 6,0680. Incertezas fiscais e mercados globais influenciam os índices.
(Imagem: divulgação/Ibovespa)

A B3 encerrou a primeira segunda-feira de dezembro com queda de 0,34%, atingindo 125.235,54 pontos. O Ibovespa foi afetado pela incerteza fiscal no Brasil e pela queda nas ações dos bancos. Já o dólar à vista, por sua vez, avançou 1,11%, fechando em R$ 6,0680, atingindo a máxima nominal histórica pela quarta sessão consecutiva.

Governo discute medidas fiscais

No cenário doméstico, as atenções se voltaram para o pacote de corte de gastos públicos em discussão no governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, além de líderes do Congresso. O encontro iniciou às 16h30, horário de Brasília, com foco na tramitação das medidas fiscais.

O cenário econômico segue desafiador. Economistas ouvidos pelo Banco Central projetaram uma taxa básica de juros (Selic) em 12,63% para 2025 e 10,50% para 2026, conforme o Boletim Focus. Apesar disso, a previsão para o final de 2024 permanece em 11,75%. O diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, afirmou que a conjuntura econômica atual aponta para a manutenção de juros elevados por um período prolongado.

Altas e quedas do Ibovespa refletem cenário misto

Entre os destaques positivos do Ibovespa, a SLC Agrícola (SLCE3) registrou alta de quase 8%, beneficiada pela valorização do dólar e pela elevação de recomendação pelo Bank of America. A Braskem (BRKM5) também figurou entre as maiores, após a nomeação de um novo CEO.

Por outro lado, a Azul (AZUL4) liderou as perdas, impactadas pela alta do dólar, que elevam custos com combustíveis. LWSA (LWSA3) avançou na tendência de queda após o rebaixamento de recomendação pelo Citi. Entre as ações de peso, a Petrobras (PETR4;PETR3) avançou moderadamente, enquanto a Vale (VALE3) acompanhou a valorização da mineração de ferro na China.

Mercados globais: tecnologia impulsionadora regista nos EUA

Nos Estados Unidos, o otimismo prevaleceu em Nova York, onde os índices S&P 500 (+0,24%) e Nasdaq (+0,97%) atingiram novos recordes de fechamento, impulsionados pelas ações de tecnologia. A semana ainda reserva dados importantes, como o relatório de empregos de novembro (folha de pagamento), aguardado na próxima sexta-feira. 

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