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Uso de dinheiro em espécie despenca, mostra pesquisa

Levantamento feito pelo Banco Central revelou que dinheiro em espécie perdeu a relevância no uso corrente
Na imagem, existem notas de 2, 10, 20 e 50 reais de Dinheiro em espécie
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
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O dinheiro em espécie já não é tão necessário na vida do brasileiro? É o que sugere um estudo do Banco Central que veio a público nesta quarta-feira (4/12) acerca da preferência do povo quando o assunto se refere às principais formas de pagamento a que se recorre na hora de realizar transações e pagar por elas.

Uso de dinheiro espécie deve diminuir cada vez mais?

A pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, de autoria do Banco Central (BC), tornou público que o brasileiro tem usado menos dinheiro em espécie. De acordo com o levantamento, apenas 22% dos participantes disseram que usam dinheiro com frequência.

No entanto, no ano de 2021, período da última pesquisa, os entrevistados que utilizavam dinheiro em espécie com frequência equivaliam a 42% dos que participaram do levantamento. Portanto, num intervalo de 3 anos, o dinheiro perdeu a relevância no que se refere a uso de maneira constante.

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Quantas pessoas usam o Pix no Brasil?

Se o uso de dinheiro em espécie caiu, o mesmo não se pode dizer do Pix. A ferramenta se consolidou de vez. Em 2021, apenas 21% dos participantes disseram que faziam uso do Pix com frequência. Todavia, em 2024, o número subiu para 46% do universo de respondentes.

Com relação ao cartão de débito, ele ocupa a segunda posição no levantamento atual, sendo o meio de pagamento mais frequente para 17,4% dos entrevistados.

Maioria ainda usa dinheiro em espécie

Entretanto, quando se fala de números absolutos, é importante destacar que a maioria ainda usa dinheiro em espécie, mesmo que com baixa frequência. Isso significa que 68,9% da população usa dinheiro esporadicamente. Em 2021, esse percentual era significativamente maior, com 83,6% da população utilizando dinheiro.

Porém, no que diz respeito ao Pix, houve um caminho inverso. A ferramenta faz parte de 76,4% da população, que a usam em algum momento. Na última edição da pesquisa, em 2021, o Pix havia entrado em operação havia poucos meses e, na época, já era usado por 46% da população.

Já o cartão de débito faz parte da vida de 69,1%, que o usa em algum momento, mesmo que não seja de maneira rotineira ou diária.

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