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Petrobras define como será a distribuição de R$ 17,12 bi aos acionistas

A Petrobras anunciou o pagamento de R$ 17,12 bilhões em remuneração aos acionistas, referente ao 3º trimestre de 2024. O valor será dividido em duas parcelas: uma em fevereiro, sob a forma de JCP, e outra em março, com JCP e dividendos
Prédio da sede da Petrobras, que definiu como será a remuneração aos acionistas da estatal petroleira
Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras (PETR3; PETR4) anunciou, nesta terça-feira (10), uma boa notícia para quem tem papéis na estatal petroleira e estava de olho em como se daria a forma de pagamento. Sendo assim, veio a público a distribuição da remuneração aos acionistas referente ao terceiro trimestre de 2024, no valor de R$ 17,12 bilhões, aprovada pelo Conselho de Administração em 7 de novembro.

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Como será a remuneração aos acionistas da Petrobras?

A Diretoria Executiva determinou que os valores da remuneração aos acionistas serão pagos em duas parcelas:

  • Primeira parcela: R$ 0,66 por ação, integralmente como juros sobre o capital próprio (JCP), com pagamento em 20 de fevereiro de 2025.
  • Segunda parcela: R$ 0,66 por ação, sendo R$ 0,011 como JCP e R$ 0,65 como dividendos, com pagamento em 20 de março de 2025.

Os valores referente à remuneração aos acionistas serão corrigidos pela variação da taxa Selic entre 31 de dezembro de 2024 e as datas de pagamento. O JCP estará sujeito à retenção de imposto de renda, conforme a legislação. A proposta de remuneração será submetida à aprovação na Assembleia Geral Ordinária de 2025. As demais condições permanecem inalteradas.

Lucro da Petrobras em 2024

Ao longo de 2024, a Petrobras registrou lucros expressivos, embora com variações. No terceiro trimestre, a companhia teve um lucro de R$ 32,6 bilhões, com um aumento de 22,3% em relação ao mesmo período de 2023. Tal cenário contribui para uma melhor remuneração aos acionistas.

No entanto, no primeiro trimestre, o lucro foi de R$ 23,7 bilhões, representando uma queda de 37,9% em relação ao ano anterior, devido a uma menor demanda por diesel e à desvalorização cambial. Apesar dessas oscilações, a remuneração aos acionistas não se afetou. Além disso, a estatal segue focada em investimentos robustos, especialmente na expansão da produção no pré-sal, com previsão de resultados positivos no restante do ano, beneficiada pelos preços elevados do petróleo.

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