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Emendas parlamentares para fraudar licitações geraram prejuízo de R$ 1 bilhão

Esquema usou emendas parlamentares para fraudar licitações e superfaturar obras públicas. Operação apreendeu R$ 1 bilhão em bens e valores.
Polícia desmantela fraude com emendas parlamentares para fraudar licitações.
A operação da Polícia Federal segue desdobramentos, com a análise de documentos e identificação de outros possíveis participantes (Imagem: Freepik)

Uma investigação da Polícia Federal revelou um esquema de corrupção bilionário que utilizava emendas parlamentares para fraudar licitações em obras públicas por todo o país. Empresários e servidores públicos manipulavam editais, eliminavam concorrentes e superfaturavam contratos. A operação resultou na prisão de 17 pessoas e apreensão de bens de luxo, revelando um esquema que movimentou mais de R$ 1 bilhão.

Como funcionava o uso de emendas parlamentares para fraudar licitações

O esquema começava quando parlamentares liberavam recursos por meio de emendas e repassavam esses valores a estados e municípios. Os responsáveis manipulavam licitações para beneficiar empresas específicas. Por exemplo, em Campo Formoso, na Bahia, uma obra de pavimentação custou R$ 45 milhões e, ainda assim, foi entregue com asfalto de má qualidade.

A Allpha Pavimentações, empresa envolvida, recebia informações privilegiadas para vencer licitações. Parte do dinheiro desviava-se para empresas fantasmas, que lavavam os valores em negócios de fachada, como supermercados e peixarias.

Esquema bilionário e transporte de propinas

Os envolvidos transportavam os valores desviados em malas e caixas, geralmente utilizando aviões. Durante uma abordagem recente, agentes apreenderam R$ 1,5 milhão em uma mochila e mais de 500 documentos que detalhavam o esquema em 14 estados. O dinheiro financiava obras superfaturadas e servia também para pagar propinas a servidores públicos.

Impactos das fraudes nas obras públicas

As fraudes com emendas parlamentares geraram prejuízos, resultando em obras mal executadas e superfaturadas. Em Campo Formoso, por exemplo, comunidades como Laje dos Negros e Lagoa Porco receberam pavimentações que não resistiram ao uso.

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A investigação, por sua vez, identificou nomes importantes, como Alex Rezende Parente, empresário amplamente apontado como líder do esquema, e Elmar Nascimento, deputado diretamente responsável por parte das emendas. No entanto, apesar das acusações, os envolvidos continuam negando irregularidades e alegam, inclusive, desconhecimento dos fatos.

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