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O que esperar dos preços das bicicletas com a Reforma Tributária?

Reforma Tributária pode elevar o preço das bicicletas no Brasil. Descubra como a medida impacta as empresas e o consumidor final.
preço das bicicletas
As mudanças podem impactar o preço das bicicletas, tornando-as mais caras (Imagem: Freepik)
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A Reforma Tributária, recentemente aprovada, trouxe alterações no setor de consumo, e uma das mudanças mais impactantes diz respeito ao preço das bicicletas. Com o objetivo de modernizar a arrecadação tributária no Brasil, a medida promete aumentar os impostos sobre a maioria das bicicletas comercializadas no país, exceto as produzidas na Zona Franca de Manaus (ZFM).

Como a Reforma Tributária afeta o preço das bicicletas?

A principal mudança que impacta o preço das bicicletas é a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Embora o governo tenha sinalizado a intenção de extinguir esse imposto, ele manterá a cobrança para as bicicletas fabricadas fora da Zona Franca de Manaus, o que afetará a maior parte das bicicletas vendidas no Brasil. A alíquota do IPI poderá aumentar até 16 pontos percentuais, resultando em um acréscimo no custo dos produtos, o que impacta diretamente o preço das bicicletas.

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A Aliança Bike estima que o aumento nos impostos afetará 80% das bicicletas comercializadas no Brasil. Estima-se que o preço das bicicletas pode sofrer uma elevação de até 20%.

O que isso significa para as empresas e consumidores?

Com o aumento no preço das bicicletas, as empresas terão que lidar com margens de lucro mais apertadas ou repassar o aumento para os consumidores. Isso representa um desafio para as marcas, especialmente para as que produzem bicicletas mais acessíveis.

Além disso, a reforma pode afetar a competitividade entre as empresas. As fabricantes localizadas na Zona Franca de Manaus, que continuam com os benefícios fiscais, poderão manter preços mais baixos.

Por que a Zona Franca de Manaus não foi afetada?

A reforma tributária não afetou a Zona Franca de Manaus (ZFM) porque o governo criou seu regime fiscal especial para incentivar o desenvolvimento econômico e gerar empregos na região amazônica.

O governo brasileiro oferece benefícios fiscais para as indústrias que se instalam na ZFM, como isenções de impostos. A reforma manteve esses benefícios para preservar a competitividade das empresas instaladas na região.

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