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Salário mínimo de R$ 1.518? 3 pontos do decreto que chamam atenção

Decreto para corrigir salário mínimo define valor de R$ 1.518 para 2025. Entenda como a nova regra impacta economia e sociedade.
Decreto para corrigir salário mínimo
Enquanto o novo valor busca equilibrar finanças públicas, a medida gera discussões sobre seus efeitos sociais e econômicos a longo prazo (Imagem: osé Cruz/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve publicar, até o fim do ano, um decreto que corrigirá o salário mínimo. Previsto para subir dos atuais R$ 1.412 para R$ 1.518 em 2025, o reajuste segue uma fórmula que considera a inflação acumulada e o crescimento do PIB de dois anos anteriores. Apesar da correção representar um aumento real de 7,5%, a nova regra traz implicações que afetam tanto o bolso do trabalhador quanto a economia do país.

Aumento real, mas com perda em relação à fórmula anterior

O reajuste de R$ 106 considera o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o PIB, mas aplica um teto de 2,5% no crescimento real, em vez dos 3,2% usados antes. Essa mudança resultou em um aumento menor do que o inicialmente projetado. Se mantida a fórmula antiga, o salário mínimo alcançaria R$ 1.528, ou seja, R$ 10 a mais por mês.

Essa redução no valor representa uma estratégia de contenção de despesas, parte do pacote fiscal aprovado pelo Congresso. A medida, embora tenha impacto positivo nas contas públicas, representa menor poder de compra para os brasileiros.

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Impacto direto nos benefícios previdenciários e sociais

O salário mínimo é a base de cálculo para aposentadorias, pensões e programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A mudança na regra significa que cerca de 59,3 milhões de brasileiros terão reajustes menores em seus rendimentos.

Estima-se que o governo economizará cerca de R$ 4 bilhões apenas em 2025. No longo prazo, os beneficiários deixarão de receber aproximadamente R$ 110 bilhões até 2030, impactando o consumo e a qualidade de vida dessas famílias.

Consequências na economia

Com menos dinheiro circulando, o consumo tende a cair, afetando o crescimento econômico. De acordo com o Dieese, a renda das famílias é um dos principais motores da economia brasileira. A redução no poder de compra pode trazer efeitos negativos ao PIB, como já foi observado em outros períodos de contenção salarial.

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