Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Governo sanciona lei sobre bancos para arrecadar R$ 16 bilhões em 2025

A medida, que integra o pacote fiscal do governo, pode gerar uma receita adicional de R$ 16 bilhões em 2025, conforme estimativas da equipe econômica. O texto foi inicialmente enviado como medida provisória, mas transformado em projeto de lei
Imagem com notas de R$ 100. Governo sanciona lei que pode aumentar a arrecadação sobre bancos em até 16 bilhões
José Cruz/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que altera os prazos e regras para que instituições financeiras deduzam créditos de inadimplência da base de cálculo do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). A norma, com potencial de arrecadação sobre os bancos, teve a publicação nesta segunda-feira (30/12/2024) no Diário Oficial da União.

YouTube thumbnail

Qual o valor estimado de arrecadação sobre os bancos?

A medida, que integra o pacote fiscal do governo, pode gerar uma receita adicional de R$ 16 bilhões em 2025, conforme estimativas da equipe econômica. O texto surgiu inicialmente como medida provisória. Porém, transformou-se em projeto de lei pelo deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara. A sanção não teve vetos.

Antes da alteração (que permitirá uma arrecadação sobre bancos), os bancos poderiam começar a deduzir da base de cálculo os créditos inadimplentes apurados até dezembro de 2024 a partir de abril de 2025, diluindo o desconto ao longo de 36 meses (1/36 por mês). Com a nova lei, o início dessa dedução será apenas em janeiro de 2026. Já o prazo de diluição teve ampliação para 84 meses (1/84 por mês).

Busca por ajuste fiscal

A aprovação da lei que permite a arrecadação sobre bancos faz parte dos esforços do governo para ampliar a arrecadação e equilibrar as contas públicas. Em dezembro, outras medidas fiscais foram aprovadas, como mudanças na política de valorização do salário mínimo e novas regras para o BPC (Benefício de Prestação Continuada). No entanto, algumas propostas, como o corte de benefícios de militares, foram adiadas para 2025.

O governo busca assim consolidar o ajuste fiscal em meio ao cenário de restrição orçamentária e alta da dívida pública.

LinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco