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Reservas internacionais do Brasil caem 7,1% em 2024

Reservas internacionais do Brasil caíram 7,1% em 2024. BC vendeu US$ 35 bilhões para conter a alta do dólar, que fechou a R$ 6,17.
O mercado financeiro registrou oscilações: dólar subiu 0,45%, euro caiu 0,37% e bitcoin teve alta de 0,68%, cotado a R$ 493.317,844.
(Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O Brasil encerrou 2024 com US$ 329,7 bilhões em reservas internacionais, uma redução de 7,1% em relação ao ano anterior. Esse movimento, resultado de intervenções do Banco Central, teve como objetivo conter a valorização do dólar, que subiu 27% e fechou o ano cotado a R$ 6,17.

O papel das reservas internacionais

As reservas cambiais funcionam como um “colchão” financeiro, protegendo o país de crises externas. Mantidas em ativos seguros, como títulos do Tesouro dos Estados Unidos, essas reservas internacionais dão ao Brasil maior autonomia, reduzindo a necessidade de buscar empréstimos internacionais, como os do FMI.

No entanto, o alto custo de manutenção dessas reservas internacionais é motivo de debate. Segundo especialistas, o chamado “custo de carregamento” pode chegar a R$ 40 bilhões por ano, já que o rendimento das aplicações externas é inferior ao custo da dívida interna.

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O Banco Central e suas estratégias

Em 2024, o Banco Central realizou vendas de dólares para minimizar as incertezas no mercado cambial. Foram US$ 20,07 bilhões vendidos à vista e outros US$ 15 bilhões em leilões de linha, utilizados para aliviar pressões no mercado de câmbio.

Roberto Campos Neto, presidente do BC até o fim do ano, explicou que essas ações ocorreram devido à saída atípica de capitais no período. Ele destacou que o objetivo era garantir um funcionamento ordenado do mercado, sem controlar diretamente o preço do dólar.

Seu sucessor, Gabriel Galípolo, assumiu em 2025 com uma visão semelhante, reforçando que os movimentos do câmbio refletem as dinâmicas naturais do mercado e não apontam para um ataque especulativo.

Alta do dólar em 2024

A valorização do dólar foi impulsionada por uma combinação de fatores internos e externos. No cenário global, a eleição de Donald Trump nos EUA e o aumento dos juros norte-americanos geraram maior demanda pela moeda. Internamente, a preocupação com o ajuste fiscal brasileiro também contribuiu para a pressão cambial.

Apesar do anúncio de cortes de gastos pelo governo em novembro, o mercado ainda avalia com cautela a capacidade de o país cumprir suas metas fiscais, o que continua influenciando a taxa de câmbio.

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