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Por que a inflação de 2024 superou a meta? Confira os dados

O IPCA encerrou 2024 com alta de 4,83%, acima da meta de 3%. Alimentação e gasolina lideraram os impactos na inflação anual.
Imagem de um prato de comida para ilustrar uma matéria jornalística sobre a inflação em dezembro com a alta nos alimentos - Inflação de 2024.
(Imagem: divulgação/Agência Brasil)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2024 com alta acumulada de 4,83%, superando o teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta sexta-feira (10).

A inflação oficial do país avançou 0,52% em dezembro, após alta de 0,39% em novembro, consolidando um resultado anual superior ao de 2023, quando o índice registrou 4,62%. A meta de inflação de 2024 era de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O mercado previa alta mensal de 0,57% no IPCA, segundo pesquisa da Reuters. A inflação esperada era de 4,88% em 2024. Esses números serão avaliados na reunião de política monetária do Banco Central do Brasil, agendada para 28 e 29 de janeiro, sob comando de Gabriel Galípolo.

Alimentação e gasolina lideraram os impactos

O grupo Alimentação e Bebidas teve o maior impacto na inflação de 2024. O segmento acumulou alta de 7,69% no ano e contribuiu com 1,63 pontos percentuais. Entre os subitens, a gasolina registrou o maior impacto individual, com aumento de 9,71% e influência de 0,48 pontos percentuais no índice.

Outros grupos que contribuíram de forma foram Saúde e cuidados pessoais, com alta de 6,09% e impacto de 0,81 p.p., e Transportes, que subiu 3,30%, representando 0,69 p.p. do índice anual. Juntos, esses três grupos foram responsáveis por aproximadamente 65% da inflação do ano.

Itens em destaque da inflação em 2024

Além da gasolina, o Plano de Saúde e a Refeição fora do domicílio figuraram entre os subitens com maior impacto individual, contribuindo com 0,31 p.p. e 0,20 p.p., respectivamente. Por outro lado, itens voláteis como Passagens aéreas (-22,20%), Tomate (-25,86%) e Cebola (-35,31%) ajudaram a conter a inflação, registrando impactos negativos no IPCA.

Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, ressaltou: “O índice foi puxado pela alta dos itens alimentícios, influenciada por condições climáticas adversas em várias regiões. Além disso, a gasolina manteve-se como a principal contribuição para o indicador em 2024”.

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