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Déficit primário tem forte queda em novembro, mas continua sob alerta

O resultado (queda do déficit público) foi melhor que o esperado por analistas de mercado, que projetavam um déficit de R$ 10,4 bilhões. Em 2024, o rombo acumulado até novembro é de R$ 66,827 bilhões, 42,6% menor que o registrado no mesmo período de 2023
Imagem de cédulas de real brasileiro ao lado de calculadora. Queda do déficit público em novembro de 2024
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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O déficit público do Governo Central teve queda em novembro devido ao crescimento da arrecadação e à ausência de gastos extraordinários de 2023. As contas tiveram resultado negativo de R$ 4,515 bilhões, uma queda real de 88,7% em relação ao déficit de R$ 38,071 bilhões em novembro de 2023.

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Queda do déficit público surpreende mercado

O resultado (queda do déficit público) foi melhor que o esperado por analistas de mercado, que projetavam um déficit de R$ 10,4 bilhões. Em 2024, o rombo acumulado até novembro é de R$ 66,827 bilhões, 42,6% menor que o registrado no mesmo período de 2023.

Além disso (queda do déficit público), o resultado primário, que exclui os juros da dívida, está dentro da meta de déficit primário zero da LDO de 2024, considerando a margem de tolerância de 0,25% do PIB. Gastos fora do arcabouço fiscal, como precatórios e emergências, mantêm a projeção de déficit em 0,56% do PIB.

Aumento da arrendação

A arrecadação federal cresceu devido à taxação de fundos exclusivos, à reoneração de combustíveis e ao aumento do consumo. A Cofins e o Imposto de Importação tiveram altas significativas, assim como a arrecadação do IPI, ligada à indústria. Dividendos do BNDES e privatizações também impulsionaram as receitas. Isso impactou na queda do déficit público.

Nos gastos, a queda do déficit público foi influenciada pela não repetição de auxílios aos estados e pela queda em despesas discricionárias. Contudo, houve aumento em despesas com Previdência (+2,3%) e Benefício de Prestação Continuada (+13,9%). Investimentos em obras somaram R$ 65,649 bilhões, alta de 7,9% acima da inflação.

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