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Azul e Gol: quando o Cade decidirá sobre a fusão? Ministro de Portos e Aeroportos explica

A fusão entre Azul e Gol será analisada pelo Cade, mas o processo envolve questões que podem impactar tarifas e a concorrência no setor aéreo.
A fusão entre Azul e Gol será analisada pelo Cade, mas o processo envolve questões que podem impactar tarifas e a concorrência no setor aéreo. Ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho explica os detalhes.
(Imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou nesta quinta-feira (6) que a fusão entre Azul e Gol deve ser analisada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) somente em 2026. Segundo ele, o processo de avaliação pelo órgão leva cerca de 12 meses.

O ministro fez a declaração durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC. Silvio Costa Filho explicou que as companhias ainda estão reunindo a documentação necessária para a análise do Cade.

Já nos reunimos com os presidentes da Latam, da Azul e da Gol. Possivelmente, na próxima semana, devemos ter uma reunião com o diretor-presidente do Cade para acompanhar e monitorar”, disse.

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Vídeo do canal Rádio BandNews no YouTube.

Impacto nas tarifas aéreas

Durante a entrevista, Silvio Costa Filho reiterou que o governo não aceitará aumentos no preço das passagens após a fusão. Segundo ele, a união das empresas pode até reduzir os custos operacionais, o que beneficiaria os consumidores.

A fusão vai melhorar a governança das companhias, ou seja, ter mais capacidade para comprar mais motores de avião, para poder comprar os insumos que são servidos nas aeronaves, como refrigerante e biscoito. Isso significa um maior volume de compras para comprar mais barato”, afirmou o ministro.

Azul e Gol manterão marcas próprias após fusão

O grupo controlador da Gol e da Avianca, Abra, assinou um memorando de entendimento para unir negócios com a Azul. No entanto, o acordo prevê que ambas as empresas manterão suas marcas e certificados operacionais de forma independente.

Isso significa que, mesmo com a aprovação da fusão, Azul e Gol manterão suas operações separadas para o público. O modelo é semelhante ao que ocorre em fusões de companhias internacionais, permitindo sinergias sem alterar a identidade das marcas.

Agora, o Cade precisa decidir se aprova a operação sem restrições, enquanto o mercado se ajusta a essa mudança no setor aéreo brasileiro.

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