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Inflação no Brasil: quais alimentos vão subir ou cair de preço em 2025?

A inflação no Brasil afeta os preços dos alimentos. Carnes e café devem seguir em alta, enquanto azeite e óleo de soja podem ter redução nos próximos meses.
Inflação no Brasil: veja quais alimentos vão subir ou cair de preço nos próximos meses e como isso pode impactar suas compras no supermercado.
(Imagem: Ri Butov/ Marge Nauer/Mirian Gil/Pixabay)

A inflação no Brasil começou o ano em alta. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,16% em janeiro. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,56%, abaixo dos 4,83% registrados em dezembro.

O aumento da inflação no Brasil foi contido pela queda de 14,21% na conta de luz,reflexo do “bônus de Itaipu“, que gerou um saldo positivo de R$ 1,3 bilhão repassado aos consumidores. No entanto, transportes e alimentos continuaram pressionando os preços. O setor de transportes teve alta de 1,3%, puxado pelo aumento nas passagens aéreas e tarifas de transporte urbano.

O grupo de alimentos e bebidas subiu 0,96%, com destaque para a alimentação em casa, que avançou 1,07%. Entre os itens que mais encareceram, estão a cenoura (36,14%), o tomate (20,27%) e o café moído (8,56%).

Inflação no Brasil: o que esperar dos preços dos alimentos nos próximos meses?

Os consumidores estão atentos aos preços de itens essenciais, como carne, café, laranja, óleo de soja e azeite. A expectativa é de que alguns produtos continuem subindo, enquanto outros podem apresentar alívio ao longo do ano.

Carnes seguirão caras em 2025?

A carne bovina subiu 0,36% em janeiro e acumula alta de 21,17% nos últimos 12 meses no Brasil, bem acima da inflação geral. Dois fatores explicam essa alta: a valorização das exportações e o ciclo da pecuária.

Com a desvalorização da moeda brasileira, o país bateu recorde de exportação de carne, reduzindo a oferta no mercado interno. Além disso, em 2023, muitos pecuaristas abateram matrizes (fêmeas) devido à queda nos preços do boi. Isso aumentou a oferta no curto prazo, mas reduziu o rebanho, impactando os preços neste ano. A recomposição da produção é lenta, o que deve manter os preços das carnes elevados em 2025.

Café seguirá subindo?

O café moído, um dos itens afetados pela inflação no Brasil, acumulou alta de 50,35% em 12 meses. O aumento reflete problemas climáticos e o ciclo produtivo da cultura. Em 2024, a seca intensa entre agosto e setembro, seguida por fortes chuvas em outubro, comprometeu a safra. Além disso, o café segue um ciclo bianual, e 2025 será um ano de menor oferta, o que deve manter os preços altos.

  • Com isso, a tendência é de que os preços continuem pressionados ao longo do ano, sem expectativa de alívio.
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Laranja pode ficar mais barata?

A laranja foi um dos produtos que mais subiram no último ano e pesaram na inflação no Brasil. A laranja lima acumulou alta de 59,56%, enquanto a laranja pera subiu 34,52% em 12 meses. O aumento ocorreu devido à seca e às temperaturas elevadas, que comprometeram a produção.

A safra da laranja de 2024/25 em São Paulo e no Triângulo Mineiro deve ser 27,4% menor que a anterior, segundo o Fundecitrus. O impacto nos preços dependerá da oferta internacional. Se a exportação brasileira de laranja crescer, o abastecimento interno pode ser prejudicado, mantendo os preços elevados.

Óleo de soja pode cair de preço?

O óleo de soja subiu 24,55% nos últimos 12 meses, mas as perspectivas são mais favoráveis. A projeção de uma safra recorde de soja no Brasil tem levado a uma queda no preço do grão. Em janeiro, o óleo já registrou leve recuo de 0,87%.

Com isso, a tendência é de que o óleo de soja tenha uma desaceleração nos preços ao longo do ano, ainda que não volte aos valores de dois anos atrás.

Inflação no Brasil: Azeite pode ficar mais barato?

O azeite subiu 17,24% em 12 meses e pesou e muito na inflação no Brasil em 2024. O aumento no preço ocorreu por causa de secas históricas nos principais países produtores, como Espanha, Portugal e Grécia. No início de 2025, os preços no mercado externo começaram a cair, impulsionados por uma safra melhor na Espanha.

No entanto, a redução de preços no Brasil pode ser limitada. O país importa 99% do azeite consumido, e a desvalorização do real pode impedir uma queda no preço para os consumidores.

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