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Setor de serviços no Brasil recua em dezembro, mas tem crescimento em 2024

O setor de serviços no Brasil caiu 0,5% em dezembro, mas cresceu 3,1% em 2024, mantendo quatro anos de expansão. Turismo e tecnologia puxaram o avanço.
O setor de serviços no Brasil caiu 0,5% em dezembro, mas encerrou 2024 com alta de 3,1%, impulsionado por tecnologia e turismo.
(Imagem: José Cruz/Agência Brasil)

O setor de serviços no Brasil caiu 0,5% em dezembro de 2024, marcando o segundo mês consecutivo de retração. Com isso, o setor acumulou uma perda de 1,9% nos dois últimos meses do ano. Apesar do desempenho negativo no curto prazo, o setor fechou 2024 com crescimento de 3,1%, consolidando quatro anos seguidos de expansão.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (12). Mesmo com a queda no último bimestre, o setor de serviços no Brasil segue 15,6% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 1,9% abaixo do pico histórico, registrado em outubro de 2024.

Rodrigo Lobo, gerente da PMS, destaca que essa sequência de crescimento anual ininterrupto é inédita desde o início da série histórica, em 2012. 

“Entre 2021 e 2024, o setor acumulou um crescimento de 27,4%, embora cada período tenha sido marcado por fatores distintos”, explica.

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Setor de serviços no Brasil: quais segmentos puxaram a alta?

A alta de 3,1% no ano foi sustentada pelo desempenho positivo de quatro dos cinco segmentos analisados. Os principais responsáveis pelo crescimento foram:

  • Informação e comunicação (+6,2%), impulsionados pelo avanço das telecomunicações e do setor de tecnologia;
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares (+6,2%), com destaque para publicidade digital, serviços jurídicos e intermediação de negócios;
  • Serviços prestados às famílias (+7,8%), favorecidos pelo aumento da renda e do consumo em restaurantes, hotéis e eventos culturais;
  • Transportes (+0,1%), que reverteu parte das perdas de novembro.

Por outro lado, o setor de transportes de cargas enfrentou dificuldades, impactado pela queda no volume de fretes, reflexo da safra reduzida de 2024.

O que levou à queda do setor de serviços em dezembro?

O desempenho negativo no setor de serviços no Brasil no último mês do ano foi puxado pela retração em três dos cinco grandes setores monitorados pela pesquisa. O principal impacto veio de outros serviços (-4,2%), registrando a maior queda desde janeiro de 2023.

Rodrigo Lobo explica que essa baixa está associada à redução na receita de serviços financeiros auxiliares, como administração de cartões, além da menor demanda por manutenção e reparo de veículos, devido ao recesso de fim de ano.

Outros segmentos que recuaram:

  • Serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%), que acumulam queda de 3,9% no período recente;
  • Informação e comunicação (-0,7%), devolvendo praticamente todo o crescimento registrado em novembro (+0,9%).

Por outro lado, os serviços prestados às famílias (+0,8%) foram o destaque positivo do mês, sustentando um crescimento de 7,8% entre maio e dezembro e contribuindo para alta anual do setor de serviços no Brasil.

Turismo avança e fecha 2024 em alta

O setor de turismo seguiu em recuperação, registrando alta de 2,8% em dezembro e crescimento de 3,5% no ano. O segmento superou os níveis pré-pandemia em 14,6% e renovou o maior patamar da série histórica.

O crescimento foi impulsionado por São Paulo (+4,1%) e Rio de Janeiro (+1,4%), enquanto Santa Catarina (-3,8%) liderou as quedas. No comparativo anual, o turismo cresceu 9,5% em relação a dezembro de 2023, com avanços em 15 das 17 unidades da federação analisadas, incluindo Bahia, Minas Gerais e Paraná.

Transporte de passageiros cresce, mas carga recua

O volume de transporte de passageiros avançou 0,9% em dezembro, após uma forte queda de 6,3% em novembro. No ano, o segmento registrou crescimento de 2,8%, apesar das oscilações ao longo de 2024.

Já o transporte de cargas encolheu 1,3% no último mês do ano, acumulando retração de 2,7% no bimestre. O setor se encontra 8,3% abaixo do pico histórico (julho de 2023), mas ainda 31,8% acima do nível pré-pandemia. No acumulado do ano, a queda foi de 2,3% em relação a 2023.

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