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Alta do IPCA-15: como a inflação afeta seu bolso agora?

A imagem mostra um gráfico tecnológico subindo simbolizando a alta do IPCA-15.
Alta do IPCA-15 como a inflação afeta seu bolso agora. Foto: Canva

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do Brasil, registrou uma alta de 1,23% em fevereiro de 2025. Esse é o maior avanço para o mês desde 2016, quando o índice subiu 1,42%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa a alta impacta diretamente o poder de compra dos brasileiros, especialmente nos setores de habitação e educação.

O que puxou a alta do IPCA-15?

O principal responsável pela alta do IPCA-15 foi o grupo Habitação, que subiu 4,34%, com destaque para a energia elétrica residencial, que teve um aumento expressivo de 16,33%. O setor de Educação também pressionou a inflação, com alta de 4,78%, devido aos reajustes sazonais das mensalidades escolares, impactando principalmente o ensino fundamental (7,50%), médio (7,26%) e superior (4,08%).

O aumento dos preços nesses segmentos reflete diretamente no orçamento familiar, dificultando o planejamento financeiro das famílias brasileiras e reduzindo sua capacidade de consumo em outras áreas essenciais.

Entenda mais sobre essa alta abaixo:

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Impacto no poder de compra

Com a alta do IPCA-15 acumulando 4,96% nos últimos 12 meses, o índice já ultrapassa a meta de inflação do Banco Central, que é de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%. Esse cenário pressiona o custo de vida, corroendo o poder de compra da população.

O aumento no preço da energia elétrica, um dos principais vilões desse aumento, impacta não apenas os gastos domésticos, mas também a indústria e o comércio, que repassam esses custos aos consumidores. Já os reajustes no setor educacional tornam mais difícil o acesso a uma educação de qualidade para muitas famílias.

Perspectivas para a inflação

Apesar do aumento do IPCA-15 expressiva, o resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que projetava um aumento de 1,34% para fevereiro. Ainda assim, a tendência de pressão inflacionária acende um alerta para o Banco Central, que pode adotar medidas para conter o avanço dos preços, como ajustes na taxa Selic.

A manutenção da alta do IPCA-15 em patamares elevados pode ter consequências diretas no consumo e na atividade econômica, tornando o cenário mais desafiador para empresas e consumidores.

O aumento do IPCA-15 em fevereiro de 2025 reforça as dificuldades enfrentadas pelos brasileiros diante do aumento dos preços de itens essenciais. A redução do poder de compra da população exige cautela no planejamento financeiro, enquanto o governo e o Banco Central monitoram a inflação para decidir os próximos passos na política econômica.

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