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Dinheiro digital: países que já abandonaram o papel-moeda

A imagem mostra um cifrão no meio de diversos ícones tecnológicos para representar o dinheiro digital.
Dinheiro digital está revolucionando a economia de diversos países. Foto: Canva.
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A digitalização do dinheiro é uma realidade cada vez mais evidente no mundo. Com a ascensão das transações eletrônicas, pagamentos digitais via aplicativos e o uso crescente das criptomoedas, muitos países estão reduzindo ou eliminando o dinheiro em espécie. Entre os pioneiros dessa revolução do dinheiro digital estão a Suécia, Dinamarca e Quênia, cada um adotando abordagens diferentes para uma economia sem dinheiro físico.

A Suécia e a pioneira rumo ao fim do papel-moeda

A Suécia lidera a transição para uma sociedade baseada no dinheiro digital. Desde 2016, o uso de cédulas e moedas caiu drasticamente, impulsionado pela popularidade do Swish, um aplicativo de pagamento instantâneo amplamente utilizado pelos cidadãos e empresas. Estima-se que menos de 10% das transações realizadas no país envolvam dinheiro em espécie. Além disso, o Banco Central sueco (Riksbank) está em estágio avançado de desenvolvimento da e-krona, uma moeda digital oficial que pode substituir o dinheiro físico completamente.

Dinamarca: a rota da desmonetização

Outro país que caminha para a eliminação do dinheiro físico é a Dinamarca. O governo dinamarquês implementou políticas que permitem que estabelecimentos comerciais, como postos de combustível, lojas de roupa e restaurantes, recusem pagamentos em espécie. O MobilePay, um aplicativo de pagamentos digitais, tornou-se a principal ferramenta de transação financeira entre os dinamarqueses, substituindo cada vez mais o uso do papel-moeda. O próprio Banco Central da Dinamarca já não imprime novas cédulas, consolidando o avanço do dinheiro digital no país.

Quênia: a revolução do dinheiro móvel

Diferente dos países europeus, onde a digitalização foi impulsionada por sistemas bancários estruturados, no Quênia o fenômeno ocorreu pela necessidade de inclusão financeira. O país tornou-se referência global em dinheiro digital graças ao M-Pesa, um serviço de transferência de dinheiro via celular lançado em 2007. Com mais da metade da população utilizando a plataforma, o Quênia demonstrou como a tecnologia pode ser uma solução viável para regiões com baixa taxa de bancarização, fortalecendo a economia sem dinheiro físico.

O Brasil e o avanço do dinheiro digital

O Brasil também está inserido nessa tendência do sistema financeiro digital. O PIX, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, tornou-se uma das maiores revoluções financeiras do país, superando rapidamente o uso do dinheiro físico em diversas transações. Além disso, o Drex, moeda digital brasileira em desenvolvimento, promete avançar ainda mais na digitalização econômica, fortalecendo a transição para uma economia baseada em carteiras digitais e fintechs.

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Os fatores que aceleram a extinção do dinheiro físico

Três fatores impulsionam a transição para o dinheiro digital: avanços tecnológicos, a ascensão das criptomoedas e a necessidade de maior transparência fiscal. Empresas como Visa, Google e Apple investem em soluções como pagamentos biométricos e dispositivos vestíveis para facilitar transações digitais. A tecnologia blockchain, utilizada em criptomoedas, permite transações seguras e descentralizadas. Além disso, governos veem na eliminação do dinheiro físico uma forma de combater crimes financeiros e aumentar a arrecadação de impostos, promovendo mais segurança financeira.

A digitalização financeira está avançando rapidamente, e a questão não é mais se o dinheiro físico irá desaparecer, mas sim quando. Com países como Suécia, Dinamarca e Quênia liderando essa revolução, outros mercados tendem a seguir esse caminho. O Brasil, com o sucesso do PIX e o desenvolvimento do Drex, caminha para um futuro onde o dinheiro digital será predominante. O mundo está cada vez mais próximo de uma economia baseada em moeda digital e tokenização, onde o simples ato de carregar uma carteira pode tornar-se obsoleto.

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