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Índice de preços ao produtor: impacto no mercado

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) avançou 0,13% em janeiro, marcando a menor alta em um ano, segundo o IBGE. A desaceleração foi impulsionada pela queda nos preços dos alimentos, enquanto o setor de refino de petróleo e biocombustíveis registrou alta. O acumulado em 12 meses, no entanto, atingiu 9,69%, o maior desde 2022. A valorização do real e o comportamento da demanda foram fatores determinantes. O mercado acompanha os desdobramentos, avaliando o impacto no setor produtivo e na economia brasileira.
A imagem mostra um trator e uma plantação agrícola para representar o Índice de preços ao produtor impacto no mercado
Índice de preços ao produtor impacta no mercado. Foto: Canva.

O índice de preços ao produtor no Brasil registraram uma desaceleração em janeiro, avançando apenas 0,13%. Esse foi o menor nível em um ano, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14). O resultado reflete a queda nos custos dos alimentos e a valorização do real frente ao dólar, que impactaram diversos setores da indústria.

Queda nos preços dos alimentos

O Índice de preços ao produtor (IPP), que mede a variação dos preços na porta da fábrica antes da incidência de impostos e fretes, havia registrado alta de 1,35% em dezembro. Com a desaceleração de janeiro, o índice acumulado em 12 meses ainda aponta para um avanço significativo de 9,69%, o maior desde setembro de 2022.

O setor de alimentos, que possui grande peso no cálculo do índice de preços ao produtor, teve uma queda de 0,84% em janeiro. Isso acabou interrompendo uma sequência de nove meses consecutivos de aumento nos preços. Fatores como a colheita da soja e da cana-de-açúcar, além da menor demanda por carne após as festividades de fim de ano, contribuíram para esse cenário.

Índice de preços ao produtor influencia câmbio e setores em destaque

O índice de preços ao produtor repercutiu na valorização do real em relação ao dólar também teve impacto na redução de custos em setores como alimentos, fumo, madeira e metalurgia. Em contrapartida, o segmento de refino de petróleo e biocombustíveis apresentou alta de 1,49%, pressionado pelo aumento do preço do óleo bruto de petróleo.

Veja o índice de preços ao produtor do agronegócio em 2025:

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Entre as 24 atividades analisadas pelo IBGE, 14 registraram variações positivas de preço em janeiro, enquanto outras acompanharam a tendência de desaceleração. As maiores influências vieram dos setores de alimentos (-0,22 ponto percentual), refino de petróleo e biocombustíveis (+0,15 p.p.), outros produtos químicos (+0,14 p.p.) e indústrias extrativas (-0,07 p.p.).

A tendência para os próximos meses dependerá da dinâmica cambial e da evolução dos preços das commodities, que influenciam diretamente o índice de preços ao produtor e a inflação ao consumidor.

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