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Produção de ar-condicionado bate recorde e cresce 38% em 2024

A produção de ar-condicionado no Brasil alcançou um crescimento impressionante de 38% em 2024, consolidando o país como o segundo maior produtor mundial, atrás apenas da China. Impulsionada por uma economia aquecida e temperaturas recordes, a indústria eletroeletrônica registrou um marco histórico com 5,9 milhões de unidades fabricadas. Além disso, a demanda por climatização está em alta, refletindo as mudanças climáticas e a busca por conforto térmico. Descubra como esses fatores moldam o futuro do setor e as perspectivas otimistas para 2025, com inovações em eficiência energética e sustentabilidade.
Brasil se torna o 2° maior produtor de ar-condicionado do mundo.
Brasil se torna o 2° maior produtor de ar-condicionado do mundo. (Imagem: Canva)

A produção de ar-condicionado no Brasil atingiu um marco histórico em 2024. O país registrou um crescimento de 38% na fabricação desses equipamentos, consolidando-se como o segundo maior produtor mundial, atrás apenas da China. Esse avanço foi impulsionado por fatores como o aquecimento da economia e o aumento das temperaturas devido às mudanças climáticas.

Brasil se torna o 2º maior produtor de ar-condicionado do mundo

Os números da indústria eletroeletrônica brasileira, divulgados nesta segunda-feira (17), mostram que o setor registrou um crescimento expressivo de 29% no último ano. Além disso, o segmento de produção de ar-condicionado se destacou fortemente, com um volume recorde de 5,9 milhões de unidades fabricadas. Consequentemente, esse resultado representa um aumento significativo em comparação a 2023.

Além disso, outros segmentos do setor também apresentaram crescimento:

  • Linha marrom (televisores e afins): 13,5 milhões de unidades produzidas, maior volume em 10 anos (+22% em relação a 2023).
  • Linha branca (geladeiras, fogões, máquinas de lavar): crescimento de 17%, retomando os níveis pré-pandemia.

Fatores que impulsionaram a produção de ar-condicionado

De acordo com José Jorge do Nascimento Júnior, presidente-executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), dois fatores principais explicam o avanço da produção de ar-condicionado no Brasil.

1. Economia aquecida

O desempenho positivo da economia brasileira em 2024 claramente impulsionou o consumo de eletroeletrônicos. Entre os principais fatores econômicos que contribuíram diretamente para o aumento na produção de ar-condicionado, destacam-se, em especial, os seguintes:

  • Aumento da geração de empregos, proporcionando maior poder de compra para os consumidores.
  • Controle da inflação, principalmente no primeiro semestre de 2024.
  • Redução dos juros, facilitando o acesso ao crédito para compras parceladas.
  • Programa Desenrola, que permitiu a renegociação de dívidas e ajudou consumidores a retomarem o consumo.

Segundo especialistas, essas condições criaram um ambiente favorável para a indústria, estimulando o setor e fortalecendo a produção de ar-condicionado.

2. Mudanças climáticas e aumento das temperaturas

O Brasil enfrentou temperaturas recordes durante todo o ano de 2024, o que naturalmente aumentou a busca por conforto térmico em residências e empresas. Como resultado, o mercado de produção de ar-condicionado rapidamente experimentou uma alta expressiva na demanda.

Além disso, o crescimento do setor foi impulsionado pela procura por outros equipamentos de climatização, como ventiladores, filtros, bebedouros e frigobares.

Perspectivas para a produção de ar-condicionado em 2025

Com um cenário de crescimento constante, as projeções para a produção de ar-condicionado no Brasil seguem altamente otimistas para 2025. Além disso, a expectativa da indústria é não apenas manter o ritmo de expansão, mas também ampliá-lo, impulsionado tanto pelo consumo interno quanto pelo fortalecimento do setor de climatização.

Ao mesmo tempo, a demanda crescente por eficiência energética certamente deve estimular a inovação no setor, com fabricantes investindo cada vez mais em tecnologias ainda mais sustentáveis e acessíveis.

Conclusão

O Brasil mais uma vez reafirma sua posição como um dos líderes mundiais na produção de ar-condicionado, fortalecendo-se ainda mais como um dos principais mercados desse segmento. Além disso, o crescimento expressivo registrado em 2024 demonstra claramente que o setor segue aquecido, impulsionado não apenas pela economia, mas também pelas mudanças climáticas.

Nos próximos meses, a indústria provavelmente seguirá investindo de forma contínua em inovação e sustentabilidade, garantindo que o país não só avance cada vez mais, mas também se destaque na produção de equipamentos modernos e eficientes.

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