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Citi rebaixa ação da Magalu após alta de 23% em um mês

As ações da Magalu subiram 23,27% em um mês, mas o Citi mudou sua recomendação para venda, apontando riscos como a taxa Selic e a concorrência com Mercado Livre e Shopee. Com o consumo fraco e a queda no tráfego online, o Citi sugere cautela para investidores. Confira os detalhes dessa revisão e seu impacto no varejo brasileiro.
Citi rebaixa ação da Magalu e reação da personagem Lu simboliza impacto no mercado.
Segundo o relatório do Citi, fatores macroeconômicos continuam pressionando o setor de varejo

As ações da Magalu valorizaram 23,27% entre 10 de março e 10 de abril, saindo de R$ 8,25 para R$ 10,14. Apesar desse desempenho positivo, o Citi rebaixa ação da Magalu para recomendação de venda, apontando riscos ligados à volatilidade do papel. O banco americano também reduziu o preço-alvo da ação de R$ 8 para R$ 7,70, refletindo uma perspectiva de valorização limitada.

Análise do Citi sugere cautela com ações do varejo

Segundo o relatório do Citi, fatores macroeconômicos continuam pressionando o setor de varejo. A projeção de taxa Selic em 15,5% até o fim de 2025 indica menor consumo de bens duráveis — core do Magalu. Essa expectativa de consumo mais fraco justifica por que o Citi rebaixa ação da Magalu mesmo após um forte desempenho recente. A revisão de recomendação também está relacionada à queda nas vendas físicas de móveis e eletrodomésticos, enquanto a concorrência digital, com players como Mercado Livre e Shopee, se intensifica.

Concorrência digital afeta desempenho da Magalu

O relatório mostra que o tráfego online da empresa vem diminuindo desde setembro, incluindo os usuários únicos mensais (MAUs). Isso reforça o cenário competitivo das ações do varejo brasileiro, que impacta diretamente a avaliação do Citi. Na disputa digital, o Mercado Livre anunciou R$ 34 bilhões em investimentos no Brasil, o que pressiona ainda mais empresas como o Magalu.

Citi rebaixa ação da Magalu mesmo com expectativa de leve recuperação

Mesmo reconhecendo esforços da gestão para reduzir a alavancagem, o Citi rebaixa ação da Magalu com base em fundamentos. A expectativa do banco é que a margem bruta suba para 30,5% em 2025 e a margem Ebitda passe de 5% para 5,7%. Ainda assim, o relatório indica que os múltiplos da ação devem se alinhar aos de outras varejistas, com menor expectativa de crescimento. Para quem acompanha a análise fundamentalista da Magalu, o ambiente ainda é desafiador, exigindo atenção dos investidores que consideram investimentos em ações de varejo.

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