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Peso argentino desvaloriza após flexibilização cambial e acordo com FMI​

Banco Central altera regime cambial e moeda sofre forte queda
Javier Milei, presidente da Argentina
Javier Milei, presidente da Argentina. FOTO: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O peso argentino registrou uma queda expressiva após a flexibilização das regras de controle cambial e o anúncio de um novo acordo financeiro com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Na sexta-feira, 11, o Banco Central da Argentina encerrou o regime conhecido como “crawling peg” e passou a adotar uma faixa de negociação mais ampla para a moeda, entre 1.000 e 1.400 pesos por dólar. Como resultado, a moeda nacional recuou 17% nesta segunda-feira, 14.

O novo acordo com o FMI prevê um empréstimo de US$ 20 bilhões, com uma liberação inicial de US$ 12 bilhões. A medida tem como objetivo reforçar as reservas internacionais e apoiar as reformas econômicas em andamento. O presidente Javier Milei mantém o compromisso com uma política de déficit fiscal zero, além de medidas de austeridade para tentar estabilizar a economia.

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Mercado financeiro reage positivamente à nova política cambial

A flexibilização do câmbio foi interpretada como um movimento estratégico para restaurar a confiança dos investidores e atrair capital estrangeiro. Segundo analistas do Goldman Sachs, a nova faixa de cotação para o peso argentino pode ajudar a sustentar o programa de ajuste macroeconômico implementado pelo governo. A expectativa é que o mercado reaja de forma mais estável nas próximas semanas.

Exportações agrícolas ainda não acompanham o novo cenário

Apesar do avanço nas políticas econômicas, o setor agrícola, um dos principais motores das exportações argentinas, ainda não demonstrou reação significativa. Especialistas atribuem a hesitação à combinação de incertezas cambiais e condições climáticas desfavoráveis, que continuam influenciando as decisões de venda dos produtores.

Desempenho futuro dependerá do cumprimento de metas fiscais

O acordo com o FMI inclui metas fiscais e monetárias, como a acumulação de reservas internacionais e a obtenção de superávit primário. A viabilidade dessas medidas será essencial para a retomada do acesso ao crédito internacional e para garantir uma recuperação econômica consistente.

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