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Queda no turismo nos EUA provoca perdas bilionárias em 2025

Queda no turismo nos EUA em 2025 representa o maior recuo desde a pandemia. Com redução no fluxo de visitantes e boicotes, projeções do Goldman Sachs apontam até US$ 90 bilhões em perdas, afetando PIB, setor aéreo e consumo internacional.
A imagem mostra malas em cima do mapa para representar a queda no turismo nos EUA
Queda no turismo nos EUA provoca perdas bilionárias em 2025. Foto: Canva

A queda no turismo nos EUA já é considerada a mais intensa desde a pandemia, com impactos relevantes sobre a economia americana. Em março, o número de turistas internacionais caiu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Administração de Comércio Internacional (ITA). A retração nas chegadas aéreas foi de 10%, afetando diretamente o setor de serviços e o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.

De acordo com relatório do Goldman Sachs, essa queda no turismo nos EUA pode representar uma perda de até US$ 90 bilhões em 2025, o equivalente a 0,3% do PIB. A análise atribui parte dessa desaceleração a uma postura mais rígida do governo em temas migratórios, além de tensões comerciais e diplomáticas recentes.

Queda no turismo nos EUA e retração

O turismo internacional, responsável por US$ 254 bilhões em receitas em 2024, vinha sendo apontado como peça-chave da recuperação econômica americana. No entanto, os indicadores mostram uma reversão. A consultoria Tourism Economics revisou a expectativa de crescimento de 9% para uma queda de 9,4% nas chegadas internacionais em 2025.

A retração atinge mercados estratégicos. As viagens da Europa Ocidental com pelo menos uma noite nos EUA caíram 17%. Irlanda, Alemanha e Noruega tiveram quedas superiores a 20%. No caso do Canadá, maior emissor de turistas, as reservas de voos para os EUA despencaram 70% até setembro.

Veja no vídeo abaixo mais detalhes sobre a queda do turismo nos EUA:

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Efeitos sobre companhias aéreas e setor hoteleiro

O impacto da queda no turismo nos EUA já é sentido por empresas como Delta Air Lines, que revisou para baixo sua previsão de lucros. A Virgin Atlantic e a Air France-KLM também relataram desaceleração na demanda por voos transatlânticos.

No setor hoteleiro, a rede Accor apontou uma queda de 25% nas reservas de europeus para o verão americano. A Las Vegas Visitors and Convention Authority estima redução de 5% na arrecadação com hospedagem, sinalizando um ambiente desafiador para os destinos turísticos nos próximos meses.

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