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Lucro da dona da Centauro dispara: veja o que fez a marca crescer 77%

Grupo SBF lucra R$ 67,5 milhões no 1T25; Centauro lidera alta com vendas online e físicas. Fisia recua e impacta o resultado operacional.
Imagem da fachada da loja da Centauro para ilustrar a matéria jornalística sobre o balanço financeiro no trimestre.
(Imagem: divulgação/Shopping Guararapes)

O Grupo SBF, controlador da Centauro, registrou lucro de R$ 67,5 milhões no primeiro trimestre de 2025. A melhora representa uma alta de 77,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. 

O desempenho positivo veio acompanhado de uma receita total de R$ 1,55 bilhão, o que indica crescimento de 4% no período. A Centauro contribuiu com R$ 821,4 milhões em receita líquida no desempenho no lucro do Grupo SBF, ampliando em 11,2% seus ganhos em relação a 2024.

Lucro no 1º trimestre: Canal digital impulsiona vendas da Centauro?

As lojas físicas da Centauro apresentaram aumento de 8% nas vendas, enquanto o canal digital avançou 24,5%. A combinação entre canais mostra a força do modelo de negócios integrado da rede esportiva.

Na contramão, a Fisia, distribuidora da Nike no Brasil, faturou R$ 825,3 milhões no trimestre — uma queda de 5,9% na comparação anual. A principal retração ocorreu no atacado, que recuou quase 19%, segundo dados do Grupo SBF.

Resultado operacional sente impacto da Fisia

Apesar do crescimento no lucro líquido, o Ebitda ajustado da companhia caiu 4,9%, totalizando R$ 224,7 milhões entre janeiro e março. O grupo atribui a queda ao desempenho mais fraco da Fisia no atacado, que gerou perda de alavancagem operacional temporária.

Mesmo com o recuo no Ebitda, o resultado financeiro apresentou recuperação. O prejuízo caiu para R$ 50,6 milhões, melhora de 34,5% em relação aos R$ 77,3 milhões negativos de um ano antes, contribuindo para o lucro da Centauro no trimestre.

Endividamento cai e reforça geração de caixa

A dívida líquida do Grupo SBF teve forte queda: passou de R$ 843,4 milhões no fim de 2024 para R$ 363,6 milhões em março deste ano. A alavancagem da empresa recuou de 0,91 para 0,44 vez, indicando menor dependência de capital externo.

Essa redução foi viabilizada por uma geração de caixa operacional de R$ 14,4 milhões no trimestre. Além disso, o Grupo SBF não realizou novas captações de dívida nem antecipações de recebíveis no período.

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