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Queda no setor de serviços sinaliza possível desaceleração econômica

O setor de serviços recuou 0,2% no primeiro trimestre de 2025, indicando sinais de desaceleração da economia. Apesar da alta pontual em março, analistas apontam para enfraquecimento da atividade e mudança no comportamento de consumo. O agronegócio deve sustentar o PIB no curto prazo, mas inflação e juros altos seguem como obstáculos à retomada robusta.
A imagem mostra um prestador de serviços para representar a queda no setor de serviços
Queda no setor de serviços sinaliza possível desaceleração econômica. Foto: Canva

A queda no setor de serviços no primeiro trimestre de 2025 acende alerta para um possível freio na atividade econômica, segundo analistas. Mesmo com um crescimento pontual de 0,3% registrado em março, impulsionado por fatores sazonais como o Carnaval, o desempenho trimestral consolidado mostra uma retração de 0,2%.

Este resultado, o primeiro recuo desde o início de 2023, sinaliza um enfraquecimento gradual da atividade econômica e levanta questionamentos sobre a consistência da recuperação pós-pandemia. Os dados divulgados pelo IBGE evidenciam uma desaceleração que, embora localizada, pode ter efeitos duradouros sobre a dinâmica do mercado interno e as projeções de crescimento para o restante do ano.

Recuo trimestral indica tendência de enfraquecimento

A queda no setor de serviços destaca o recuo de 0,2% no setor no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Apesar de março ter registrado alta de 0,3%, influenciada por fatores sazonais como o Carnaval, o desempenho não foi suficiente para compensar a retração de janeiro. Essa foi a primeira queda trimestral desde 2023.

Para especialistas, o resultado confirma uma tendência de enfraquecimento. Segmentos como transporte e serviços prestados às famílias puxaram o índice para cima em março, mas serviços profissionais, administrativos e de comunicação já mostram sinais de desgaste.

Queda no setor de serviços impacta expectativas do PIB

O setor agropecuário deve sustentar o crescimento do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre, amenizando os efeitos da queda no setor de serviços. Economistas projetam um crescimento modesto do PIB, entre 0,5% e 1,5%, mesmo diante dos sinais de desaceleração.

Alguns analistas também associam o recuo a uma mudança no padrão de consumo das famílias, que começam a priorizar serviços mais essenciais em detrimento de opções diversificadas. Isso pode representar um novo comportamento de consumo diante da inflação ainda elevada.

Veja mais detalhes sobre a queda do setor de serviços no vídeo abaixo:

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Pressão sobre juros e mudança nas projeções

A queda no setor de serviços também levanta dúvidas sobre o futuro da taxa Selic. Apesar disso, economistas avaliam que ainda não há fundamentos sólidos para mudanças imediatas na política de juros. O mercado segue atento à próxima reunião do Copom, que será influenciada pelo comportamento do setor nos meses seguintes.

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