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PIB do Brasil deve crescer com força no início de 2025

O PIB do Brasil deve registrar alta de até 1,8% no 1º trimestre de 2025, com impacto direto da agropecuária. Selic elevada segue como alerta.
PIB do Brasil deve subir até 1,8% no 1º trimestre de 2025, puxado pelo agronegócio. Juros altos ainda podem limitar crescimento nos próximos meses.
(Imagem: Gleidiçon Rodrigues/Pixabay)

O PIB do Brasil deve apresentar crescimento entre 1,1% e 1,8% no 1º trimestre de 2025 em comparação ao trimestre anterior. As projeções de instituições financeiras apontam que a economia acelerou nos três primeiros meses do ano, impulsionada principalmente pelo agronegócio.

O desempenho será confirmado oficialmente pelo IBGE na sexta-feira (30), mas estimativas obtidas já indicam avanço superior a 1,5%. No fim de 2024, o Produto Interno Bruto havia crescido apenas 0,2%. A mudança de ritmo se deve à recuperação do setor agropecuário, que havia encolhido no ano passado.

PIB do Brasil: o que explica a reação da economia?

Depois de um 2024 negativo, o agronegócio teve forte retomada neste início de ano. O IBC-Br, indicador de atividade do Banco Central, aponta alta de 6,1% no setor entre janeiro e março. Já o Monitor do PIB da FGV calcula crescimento de 12,2% na agropecuária, com impacto direto no desempenho da economia geral, que subiu 1,6%.

Esses resultados reforçam o papel estratégico do campo para a retomada econômica. Com safra forte e exportações em alta, o agro conseguiu mudar o cenário desfavorável do ano anterior.

Ainda que o ritmo do início do ano seja forte, há preocupação com a sustentabilidade desse desempenho. A taxa Selic, em 14,75% ao ano, permanece no maior nível desde 2006 e tende a limitar o avanço da economia nos trimestres seguintes.

Juros altos devem reduzir o ritmo da atividade?

Apesar do bom começo, economistas projetam uma desaceleração gradual até o fim de 2025. A política monetária adotada pelo Banco Central tem como objetivo conter a inflação, mas também reduz o crédito e os investimentos. Isso pode impactar o consumo e frear o crescimento do PIB do Brasil.

A Secretaria de Política Econômica estima alta de 1,6% no PIB do Brasil do 1º trimestre. O governo aposta em medidas de apoio às famílias, como a valorização do salário mínimo, para manter a demanda aquecida. O desemprego, em 7%, é o menor da série histórica iniciada em 2012 para o primeiro trimestre do ano.

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