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Inflação Dia dos Namorados pressiona presentes, mas não desanima varejo

Inflação Dia dos Namorados pressiona itens como joias e hospedagens, mas varejo projeta crescimento nas vendas, impulsionado por emprego e renda.
inflação Dia dos Namorados impacta presentes e comportamento do consumidor
Comércio aposta no romantismo para driblar a alta dos preços e impulsionar vendas no Dia dos Namorados. (Imagem Ilustrativa)
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A inflação Dia dos Namorados chegou antes dos buquês e declarações: joias, chocolates e hospedagens ficaram mais caros neste 12 de junho. Segundo levantamentos da FecomercioSP e da CNC, os preços dos presentes tradicionais subiram bem acima da inflação geral. Mesmo assim, o comércio segue otimista. Com desemprego em queda e aumento da renda, o varejo projeta crescimento real nas vendas para a data mais apaixonada do calendário.

Joias lideram inflação Dia dos Namorados com alta acima de 24%

O maior impacto da inflação Dia dos Namorados em 2025 vem das joias e bijuterias, que acumularam alta de 24,1% em um ano. A valorização internacional do ouro — em parte causada por incertezas econômicas globais — puxou os preços para cima, tornando anéis e correntes verdadeiros luxos neste ano. A cotação do grama do ouro ultrapassou R$ 600, reflexo direto da instabilidade no comércio exterior e da busca por ativos de proteção.

Chocolates e hospedagens também encareceram

Outros campeões de popularidade entre os presentes também registraram aumento. Chocolates subiram 22% e hospedagens, 11,3%. O avanço da inflação sobre esses itens se deve, principalmente, à demanda elevada e à variação cambial, que impacta o custo de insumos e serviços ligados ao turismo e à alimentação. Mesmo assim, o romantismo resiste: estima-se que o volume total de vendas supere os R$ 2,75 bilhões em 2025, segundo a CNC.

Inflação Dia dos Namorados não afasta o consumidor

Apesar da pressão de preços, o cenário macroeconômico favorece o consumo. O mercado de trabalho registrou sua menor taxa de desocupação em anos, com apenas 7% da população fora da força ativa. A renda média real também cresceu 4% em relação a 2024, elevando a massa salarial em quase 7%. Esse ganho de poder de compra garante fôlego às compras de Dia dos Namorados, mesmo com a inflação presente na cesta de presentes.

Perfumes, cosméticos e utilidades domésticas seguem no radar

Itens como perfumes (alta de 8,3%), cosméticos e produtos para cuidados pessoais também subiram, mas continuam entre os preferidos dos casais. A inflação Dia dos Namorados atinge principalmente itens importados, devido à valorização do dólar. Mesmo assim, a alta demanda deve manter o setor aquecido. Só o segmento de perfumaria e farmácias deve movimentar quase R$ 340 milhões, de acordo com estimativas do varejo.

Assista o vídeo para você mesmo presentear no Dia dos Namorados:

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Como driblar os preços e manter o romantismo

A recomendação dos especialistas é pesquisar com antecedência. Muitos produtos, como roupas, calçados e até eletrônicos, variam bastante de preço entre lojas físicas e virtuais. Com um pouco de planejamento, é possível encontrar boas promoções e escapar da inflação Dia dos Namorados sem deixar de surpreender quem se ama.

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