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É econômico morar junto? Casais transformam rotina em investimento

É econômico morar junto? Casais relatam economia mensal superior a R$ 1 mil ao dividir despesas fixas e transformam a rotina compartilhada em plano de investimento a dois.
Casal mostra que é econômico morar junto com planejamento financeiro
Parceria e planejamento: a combinação que transforma amor em economia. Foto: Canva
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Unir endereços é também unir forças financeiras. Mais do que uma mudança na rotina, dividir o lar pode significar uma transformação na vida financeira do casal. E a resposta para a dúvida comum é clara: é econômico morar junto.

Segundo levantamento da Rico Investimentos, morar com o parceiro pode gerar uma economia de até R$ 1.092 por mês. Isso representa mais de R$ 13 mil por ano ao dividir despesas como aluguel, contas e alimentação. E o valor economizado pode ser a base para construir um patrimônio sólido.

É econômico morar junto? O segredo está no planejamento

O que define se é econômico morar junto não é apenas a divisão das contas. O planejamento é o diferencial. Casais que alinham expectativas, combinam responsabilidades e organizam despesas conseguem ir além da economia: constroem metas comuns.

A educadora financeira Thaisa Durso orienta que a divisão proporcional à renda costuma ser a mais justa. Isso evita sobrecarga e garante equilíbrio na gestão do orçamento.

Um exemplo prático para avaliar se é econômico morar junto? Se um parceiro ganha R$ 6 mil e outro R$ 4 mil, uma despesa de R$ 2 mil pode ser dividida em 60% para quem ganha mais e 40% para quem ganha menos.

Além disso, o método 50-30-20 também ajuda na organização: 50% para necessidades, 30% para desejos e 20% para objetivos — tudo adaptado à realidade do casal.

Investir a dois amplia os ganhos

É econômico morar junto? O que se faz com a economia mensal é o que determina o impacto no futuro. Casais que aplicam os R$ 1.092 mensais economizados podem alcançar, em 30 anos, quase R$ 870 mil. Isso é quase três vezes mais do que aqueles que investem individualmente valores menores.

Ao investir juntos, os parceiros somam capital e também estratégias. Criam metas como comprar um imóvel, montar um negócio ou garantir segurança financeira para a aposentadoria. Tudo isso começa com uma simples decisão: dividir o teto e somar propósitos.

Thaisa reforça:

“Quando o casal conversa sobre dinheiro, constrói não só patrimônio, mas também cumplicidade e estabilidade emocional.”

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