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IPCA de agosto aponta deflação e renova expectativa por cortes de juros

A inflação oficial trouxe um alívio inesperado em agosto de 2025, com o IPCA registrando uma deflação de 0,11%, impulsionada por quedas em habitação, alimentação e transportes. No entanto, a inflação acumulada no ano ainda é de 3,15%, e os serviços continuam a enfrentar altas. Descubra como esses movimentos impactam as famílias e o que esperar nos próximos meses em um cenário econômico desafiador.
A deflação de agosto reforça o poder de compra das famílias e abre espaço para cortes graduais na taxa básica de juros. (Imagem: Canva)
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A inflação oficial deu um alívio imediato ao consumidor e reacendeu expectativas no mercado. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, (10/09), que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto registrou deflação de 0,11%, após a alta de 0,26% em julho. O resultado reduz a pressão sobre o custo de vida e reforça o debate sobre novos cortes de juros, embora dependa de fatores conjunturais e não de uma queda estrutural de preços.

No acumulado do ano, o IPCA soma 3,15%; em 12 meses, está em 5,13%, abaixo dos 5,23% anteriores. Em agosto de 2024, o índice havia sido de -0,02%. A leitura indica desaceleração, mas ainda com focos de pressão em serviços, o que mantém atenção sobre a política monetária.

IPCA de agosto: grupos que explicaram a deflação

Cinco de nove grupos recuaram: Habitação (-0,90%), Alimentação e bebidas (-0,46%) e Transportes (-0,27%) foram determinantes. Em Habitação, a energia elétrica -4,21% refletiu o Bônus de Itaipu e aliviou a fatura mesmo com bandeira vermelha patamar 2 — um ganho temporário que depende de condições tarifárias futuras.

Na Alimentação e bebidas, os alimentos no domicílio -0,83% puxaram a cesta básica: tomate -13,39%, batata -8,59%, arroz -2,61%. O alívio melhora o orçamento das famílias, mas é sensível à safra. Em Transportes, combustíveis recuaram (gasolina -0,94%, etanol -0,82%), reduzindo custos logísticos, embora a volatilidade do petróleo mantenha riscos.

Impactos econômicos e riscos — IPCA de agosto

Do lado das altas, Educação (0,75%), Saúde e cuidados pessoais (0,54%) e Vestuário (0,72%) sinalizam pressões inerciais (mensalidades, planos de saúde e consumo), que limitam a queda do índice e preservam cautela para decisões de juros no Brasil — contexto em que o IPCA funciona mais como alívio tático do que mudança estrutural.

INPC e a inflação de agosto

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado pelo IBGE em 10/09, teve queda de 0,21% em agosto. No acumulado do ano, soma 3,08%, e em 12 meses, 5,05%. A queda mais forte dos alimentos -0,54% indica efeito social relevante entre famílias de menor renda. Para negociações salariais, a fotografia é favorável, mas a sustentação desse alívio dependerá de alimentos e energia além do IPCA.

Panorama final sobre o IPCA de agosto

A deflação melhora o poder de compra e respalda cortes adicionais de juros, porém os vetores que explicaram o resultado — energia elétrica, alimentos in natura e combustíveis — são voláteis. Com serviços ainda pressionados, a trajetória segue heterogênea, e o IPCA de agosto, divulgado pelo IBGE, deve ser lido como trégua momentânea, não como vitória definitiva sobre a inflação.

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