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Novo índice da B3 amplia oferta e reforça estratégia em renda fixa

novo índice da B3 acompanha desempenho do Tesouro Selic
A B3 lançou o novo índice Tesouro Selic (TSLC) em 16/10, primeiro indicador de títulos públicos do país, reforçando sua estratégia de ampliar produtos ligados à renda fixa. (Imagem: Pexels)

O novo índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), o Índice Tesouro Selic (TSLC), foi lançado na última quinta-feira (16/10) e marca um passo estratégico da B3 na ampliação de produtos de renda fixa. O indicador acompanha o desempenho das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), conhecidas como Tesouro Selic. Assim, o índice fornece uma nova referência para investidores e gestores que acompanham o mercado de títulos públicos.

O TSLC é o primeiro índice de títulos públicos criado pela B3 e o 11º novo indicador lançado em 2025. Dessa forma, o novo índice faz parte dos mais de 60 índices hoje operados pela Bolsa. A metodologia considera apenas os títulos mais líquidos, ponderando 50% pelo valor de mercado e 50% pela liquidez. O rebalanceamento ocorrerá trimestralmente, sempre no quinto dia útil de janeiro, abril, julho e outubro.

Segundo Hênio Scheidt, gerente de Produtos da B3, “a criação do Índice Tesouro Selic B3 reflete o compromisso da bolsa do Brasil em oferecer produtos que atendam às necessidades específicas do mercado financeiro. Com esse indicador, os investidores terão uma ferramenta robusta para análise e monitoramento da dinâmica dos títulos públicos.”

Saiba mais sobre o Tesouro Selic, essencial para entender o novo índice da B3, conferindo a explicação no vídeo a seguir:

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Expansão da renda fixa impulsiona o novo índice da B3

O lançamento ocorre em meio à alta da taxa Selic, hoje em 15% ao ano, e à retomada do interesse por investimentos de baixo risco e retorno previsível. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que os fundos de renda fixa captaram R$ 150 bilhões entre janeiro e setembro, reflexo do ambiente de juros elevados.

Assim, com o TSLC, a B3 busca maior transparência na precificação dos títulos públicos e melhor replicabilidade para gestores e fundos. Além disso, o índice cria base para o desenvolvimento de ETFs e contratos futuros, ampliando as opções disponíveis ao investidor de varejo e institucional.

Cenário futuro e desafios da diversificação da B3

A criação do novo índice da B3 reforça o plano da Bolsa de diversificar benchmarks e consolidar sua posição como provedora de referências nacionais de mercado. Portanto, a tendência é que o TSLC se torne padrão para produtos atrelados ao Tesouro Selic, fortalecendo a infraestrutura financeira do país.

O movimento ocorre em um momento de maturidade do mercado brasileiro, que demanda métricas claras para avaliar desempenho e risco. Com o TSLC, a B3 amplia sua relevância na formação de preços da dívida pública. Assim, a Bolsa também sinaliza uma nova etapa de integração com o Tesouro Direto e futuros produtos de crédito privado.

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