O golpe da taxa aduaneira ganhou força durante a Black Friday, que acontece nesta sexta-feira (28/11), com o envio de mensagens que simulam cobranças oficiais e tentam induzir consumidores a pagar por supostos débitos de importação. Esse avanço se apoia no aumento das compras online e no desconhecimento sobre as regras tributárias, criando ambiente propício para fraudes que usam linguagem técnica e urgência artificial.
Nesse primeiro terço, surge fraude de cobrança para explicar como esse esquema se dissemina por WhatsApp, com links que afirmam pendências no desembaraço, mesmo quando a compra não envolve remessa internacional. A Receita Federal destaca que muitas vítimas acreditam na cobrança por imaginarem que a Black Friday eleva o volume de importações, o que amplia a confusão sobre a origem da encomenda.
Golpe da taxa aduaneira e funcionamento das taxas verdadeiras
A cobrança legítima segue regras definidas. Compras internacionais até cinquenta dólares pagam alíquota de vinte por cento. Acima disso, aplica-se sessenta por cento com abatimento de vinte dólares. Inserções corretas podem ocorrer no momento da compra ou, quando o site não exibe tributos, após a chegada ao país. Assim, o pagamento verdadeiro ocorre apenas em plataformas oficiais dos Correios ou das transportadoras.
O prazo para quitação é de vinte dias e, se ignorado, a encomenda pode ser devolvida ao exterior. O Programa Remessa Conforme reduz incertezas ao informar tributos antecipadamente, mas não impede que criminosos explorem dúvidas comuns no período promocional. A Receita reforça que não utiliza WhatsApp, SMS ou ligações para cobrar qualquer valor.
Golpe da taxa aduaneira e avisos das transportadoras
Empresas como Correios, Azul Cargo e Loggi mantêm alertas sobre links falsos. As companhias afirmam que não enviam solicitações de pagamento por aplicativos de mensagem. A Azul Cargo informa que não pede códigos, senhas ou qualquer dado sensível. A recomendação geral é conferir o código de rastreio, checar a origem da compra e acessar somente sites com domínio oficial.
No centro do texto, o termo estelionato aduaneiro reforça o impacto das mensagens urgentes que tentam induzir pagamentos em minutos. Além disso, especialistas sugerem comparar informações da notificação com a nota fiscal e verificar se a compra realmente se enquadra como importação, já que golpes costumam envolver encomendas nacionais enviadas por transportadoras.
Avanço de variante ligada a compras promocionais
No trecho final, emprega-se golpe de importação para descrever uma variação que cresce após datas de forte consumo. Essa modalidade usa a lógica da Black Friday para alegar retenção de encomendas, mesmo quando o pedido foi feito em lojas brasileiras. A Receita explica que esse padrão amplia a exposição ao risco, porque o consumidor não associa a cobrança ao universo aduaneiro. O golpe da taxa aduaneira deve seguir ativo enquanto houver falta de clareza sobre tributação, o que torna decisivo reforçar verificação de rastreio e domínio oficial para evitar prejuízos.











