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Caos nos aeroportos de SP: mais de 300 voos são cancelados após vendaval

Caos nos aeroportos de SP após vendaval cancela mais de 300 voos em Guarulhos e Congonhas. Passageiros enfrentam atrasos, falta de tripulação e remanejamentos enquanto companhias tentam reorganizar a operação. Saiba mais na matéria completa.
Mais de 300 voos foram cancelados em SP após vendaval causado por ciclone extratropical.
Cancelamentos superam 300 voos em Guarulhos e Congonhas após vendaval em SP. (Foto: Reprodução)
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A manhã desta quinta-feira (11/12) mascou mais um dia de caos nos aeroportos de São Paulo (SP), após o vendaval provocado por um ciclone extratropical levar ao cancelamento de mais de 300 voos desde de quarta-feira (10/12). Por esse motivo, Guarulhos e Congonhas enfrentam uma onda de suspensões de partidas e chegadas, alimentando um efeito em cadeia que compromete toda a malha aérea.

A combinação entre rajadas intensa, que chegam a 98 km/h, e a falta de disponibilidade de parte das tripulações provocou caos e pressionou as operações nos aeroportos de SP. Assim, o impacto atinge passageiros que lidam com longas esperas, remanejamentos e incertezas. As companhias afirmam que o clima segue fora de controle operacional e que os atrasos podem continuar ao longo do dia.

Caos nos aeroportos de SP interrompe rotas aéreas para todo o Brasil

Neste cenário, o caos nos aeroportos de São Paulo afetou rotas para todos os pontos do Brasil. Nesta quinta, o aeroporto de Guarulhos registrou 27 voos cancelados (8 partidas e 19 chegadas) afetando rotas para Rio de Janeiro, Porto Alegre, Ilhéus, Foz do Iguaçu, Manaus, Goiânia e Belém.

Já em em Congonhas, o número chega a 41 suspensões, incluindo ligações com Porto Alegre, Vitória, Brasília, Salvador, Recife e Maceió.

Além disso:

  • Passageiros relatam falta de tripulação e sucessivas mudanças de horário.
  • Em um dos casos, a solução foi oferecer vouchers de ônibus.
  • Além do caos observado nos aeroportos, mais de 1,5 milhão de imóveis seguem sem energia elétrica na Região Metropolitana de São Paulo.
  • A Gol declara operações regulares, mas reconhece efeitos residuais do clima.
  • Alterações de voos estão liberadas sem custo, dentro da validade do bilhete.

Nesse contexto, o caos nos aeroportos de SP deve persistir até que o sistema de baixa pressão se afaste e as equipes consigam recompor escalas. Portanto, a plena normalização depende tanto da melhora climática quanto da reorganização interna das companhias aéreas.

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