As melhores ações para investir em 2026, na leitura do Itaú BBA, resultam de ajustes pontuais em uma estratégia já testada. Em janeiro, a carteira mensal “Top 5” começa o ano com apenas uma alteração frente a dezembro. Ainda assim, preserva a diversificação e os pesos iguais entre os ativos.
Em dezembro, a carteira subiu 2,7%. Com isso, superou o Ibovespa em 1,4 ponto percentual no mês. Além disso, no acumulado de 2025, o retorno alcançou 56,5%, ficando 22,5 pontos acima do principal índice da B3. Já no horizonte mais longo, desde janeiro de 2016, a valorização soma 1.160%, enquanto o Ibovespa avançou 301%, segundo o banco.
Dentro do conjunto das melhores ações para investir, a mudança de janeiro envolveu a saída de Tenda (TEND3) e a entrada de Suzano (SUZB3). Primeiro, o setor de construção passou por forte valorização. Depois, em dezembro, veio a correção. Nesse contexto, os analistas apontam que os investidores buscaram posições mais defensivas no curto prazo.
Melhores ações para investir e os destaques recentes
No último mês, Aura Minerals (AURA33) foi o principal destaque da carteira. O papel subiu 30%. Esse desempenho acompanhou a alta do ouro no mercado internacional. Além disso, refletiu o maior interesse de investidores estrangeiros após a listagem da companhia em Nova York, conforme o Itaú BBA.
Em sentido oposto, Tenda caiu 7,5% em dezembro. Segundo os analistas, o recuo veio após meses de ganhos expressivos. Ao mesmo tempo, houve revisão de portfólios e redução de exposição a ativos mais sensíveis ao ciclo econômico.
Melhores ações para investir e a composição da carteira
Para janeiro, a carteira reúne cinco empresas, cada uma com peso de 20%. São elas: Aura Minerals (AURA33), Suzano (SUZB3), Equatorial (EQTL3), Bradesco (BBDC4) e Nubank (ROXO34). Assim, a seleção combina commodities, energia elétrica, bancos tradicionais e serviços financeiros digitais. O objetivo é equilibrar geração de caixa e potencial de crescimento.
No fechamento, as melhores ações para investir em 2026, segundo o Itaú BBA, seguem apoiadas em histórico consistente e ajustes táticos. Dessa forma, a manutenção da estratégia, com trocas limitadas, sinaliza disciplina. Ao mesmo tempo, indica adaptação ao cenário macro, sem alterar o desenho do portfólio que superou o Ibovespa no último ano.











