O calendário do Copom em 2026 já está definido e estabelece oito datas ao longo do ano em que o Banco Central do Brasil decide o rumo da taxa Selic. As reuniões ocorrem a cada 45 dias e influenciam crédito, consumo e decisões de investimento. Em um cenário de atenção à inflação, o cronograma passa a integrar o planejamento de empresas e famílias.
Ao todo, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil realizará encontros distribuídos entre janeiro e dezembro. Cada decisão tende a provocar ajustes imediatos em juros bancários, aplicações financeiras e expectativas do mercado, motivo pelo qual o calendário oficial ganha relevância além do sistema financeiro.
As reuniões de política monetária também funcionam como termômetro para a economia. Mudanças ou manutenção da Selic afetam o custo do financiamento, o comportamento do consumo e a estratégia das empresas diante do cenário macroeconômico.
Calendário do Copom em 2026
O cronograma prevê encontros em 27 e 28 de janeiro, 17 e 18 de março, 28 e 29 de abril, 16 e 17 de junho, 4 e 5 de agosto, 15 e 16 de setembro, 3 e 4 de novembro e 8 e 9 de dezembro. Nessas datas, o colegiado analisa dados econômicos e define a taxa básica de juros.
Cada reunião dura dois dias. No primeiro, os diretores avaliam indicadores como atividade econômica, mercado de trabalho, inflação, câmbio e preços de commodities. No segundo dia, ocorre a votação que define se a Selic sobe, cai ou permanece estável.
O comunicado oficial é divulgado no mesmo dia da decisão, geralmente entre 18h30 e 19h. Já a Ata do Copom é publicada na terça-feira seguinte, às 8h, detalhando argumentos e projeções consideradas pelo comitê.
Calendário do Copom em 2026 e os efeitos na economia
O calendário do Copom permite que investidores ajustem posições e que empresas planejem captação de recursos com maior previsibilidade em 2026. Para as famílias, as datas ajudam a antecipar possíveis mudanças em financiamentos e crédito ao consumo.
Além disso, o acompanhamento das reuniões oferece sinais sobre a estratégia do Banco Central em relação à meta de inflação definida pelo governo. O tom do comunicado e da ata costuma influenciar expectativas futuras do mercado.
Por esse motivo, analistas econômicos, gestores de recursos e setores produtivos acompanham de perto o calendário de decisões de juros, já que dependem diretamente do custo do crédito.
Agenda de decisões do Copom ao longo do ano
A agenda anual do Copom também serve como referência para avaliar o ritmo da política monetária. Em períodos de maior pressão inflacionária, cada reunião tende a ganhar peso maior nas projeções econômicas.
Ao longo de 2026, a leitura combinada das decisões e das atas deve orientar ajustes graduais em investimentos, consumo e planejamento financeiro, reforçando a importância de acompanhar cada data prevista.
No fim, o calendário do Copom 2026 consolida-se como uma ferramenta essencial para entender o direcionamento dos juros e os próximos passos da política monetária brasileira.











