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Tarifas aéreas no Brasil surpreendem com queda em 2025

As tarifas aéreas no Brasil caíram 11,7% entre 2022 e 2025, enquanto o número de passageiros superou níveis pré-pandemia e impulsionou concessões, frota e investimentos no setor.
Imagem de um avião para ilustrar uma matéria jornalísticas sobre as tarifas aéreas no Brasil
(Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil)

As tarifas aéreas no Brasil registraram queda média de 11,7% entre 2022 e 2025, informou o Ministério dos Portos e Aeroportos nesta quarta-feira (11). O recuo ocorreu em paralelo ao avanço da demanda, criando um cenário de maior acesso ao transporte aéreo no país.

Além disso, os dados oficiais mostram que cerca de 130 milhões de passageiros utilizaram voos domésticos e internacionais ao longo de 2025. Esse volume consolidou a aviação como um dos vetores centrais da mobilidade nacional, apoiado por ajustes operacionais e maior oferta de assentos.

Tarifas aéreas no Brasil e avanço da demanda

No segmento internacional, o fluxo chegou a 28,5 milhões de viajantes, número que representa alta de 13,7% em relação a 2024. Esse desempenho ampliou a participação do Brasil nas rotas globais, ao mesmo tempo em que reforçou a recuperação do turismo e das viagens corporativas.

Quando comparado a 2019, período pré-pandemia, o total de passageiros transportados ficou 20% acima, segundo dados do governo e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Esse patamar indica que o mercado superou as perdas do ciclo anterior e entrou em uma nova fase de expansão.

Tarifas aéreas e concessões estratégicas no Brasil

Enquanto os preços médios recuaram, a agenda de concessões ganhou força. Entre os ativos previstos para o primeiro trimestre de 2026 está o leilão do Aeroporto Internacional do Galeão, programado para março, considerado estratégico para a malha aérea do Sudeste.

No campo industrial, a renovação da frota também entrou no radar. A expectativa do governo é que a Embraer responda por 25% da frota nacional até o fim do ano, apoiada pela possível aquisição de até 74 aeronaves pela Latam. Esse processo amplia a presença da fabricante brasileira nas companhias aéreas.

Preços das passagens aéreas e infraestrutura logística

Fora da aviação, os investimentos em infraestrutura seguiram relevantes. O governo estima aportes superiores a R$ 529 milhões em projetos hidroviários em 2025, fortalecendo corredores logísticos e reduzindo custos de transporte.

Já no setor portuário, o edital do megaterminal de contêineres do Porto de Santos deve ser publicado até abril. O projeto atrai cerca de 12 interessados, incluindo grupos brasileiros, além de empresas árabes, chinesas, filipinas e fundos internacionais, o que reforça o interesse global por ativos logísticos no país.

No conjunto, a combinação entre tarifas aéreas no Brasil mais baixas, aumento do número de passageiros e avanço de concessões redesenha o setor. Esse ambiente tende a sustentar a expansão da aviação e da logística, ao mesmo tempo em que pressiona empresas a manter eficiência operacional em um mercado cada vez mais disputado.

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